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Os cafetões da Desmestiçagem – Leão Alves

Fidel Castro.Muitas pessoas ainda não observaram a relação entre cotas raciais e a criação de “territórios indígenas”. Ainda não observaram que as políticas raciais e étnicas que vêm sendo implementadas no Brasil não visam combater racismo ou fazer reparações real ou supostamente devidas. Ainda não observaram que estas não se dão de forma aleatória e pontual, mas têm objetivo definido e amplo: fragmentar o povo, enfraquecer o sentimento de unidade nacional, enfraquecer o Estado, a democracia, a soberania e propiciar a globalização. Ou seja, a política racial petista está ligada ao mais radical entreguismo.

Como há uma identidade de interesses entre comunistas e neoliberais na globalização, este aspecto fundamental muito raramente irá aparecer na grande mídia. Esta irá abrir debates sobre se raça existe ou não existe, coberturas sobre conflitos entre agricultores e índios, casos de alunos desclassificados pelos tribunais raciais, mas continuará silenciando sobre a Desmestiçagem, a eliminação oficial do povo mestiço enquanto etnia e elemento indissociável da unidade nacional.

É neste sentido que se inscreve a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 116/11, do deputado petista Luiz Alberto, da Bahia, que visa  reservar vagas para negros na Câmara, nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal, por cinco legislaturas. Não é preciso nem se estender sobre o caráter anti-democrático desta proposta e que certamente, caso vire lei, vai ganhar caráter permanente.

O que é preciso destacar é o seu papel na Desmestiçagem, como incentivo para que mestiços deixem de se identificar como mestiços e passem a se identificar como negros – a cristalização da divisão racial criada pelos comunistas.

Só há interesse na criação desse tipo de projeto porque ele tem esses objetivos políticos. É neste ponto que o esforço contra estas leis deve ser centrado e não em debates que visam tirar o foco do reais interesses dessas políticas.

A ação do petismo e de outras faces do comunismo não é só eficiente em fazer seus opositores olharem para o lado errado; ela também tem sido eficaz em promover os mais variados conflitos entre índios, brancos, mestiços e pretos, inventando o que não existe, negando o que existe, de modo a fazer muitas pessoas de movimentos étnicos verem o petismo ou outras ideologias comunistas como aliadas.

A realidade é outra: o comunismo é uma ideologia no mínimo tão escravista quanto as que promoveram e alimentaram o escravidão no Brasil e em outros países. No mínimo, pois o comunismo, além de sua origem racista, visa à completa apropriação dos seres humanos por uma elite “esclarecida”; não só a propriedade sobre os seus corpos, mas também sobre suas consciências e liberdade de decisão. Para isto ele necessita eliminar todo tipo de fidelidade que um ser humano possa ter em relação a outro ser humano ou grupo – nacional, étnica, religiosa, familiar, etc – que possa competir ou impedir sua total submissão às ideias e decisões dos líderes do comunismo.

Um exemplo disto encontra-se em ‘Propriedade Privada e Comunismo‘, onde Karl Marx ataca a instituição do casamento e trata candidamente da propriedade coletiva sobre as mulheres que se dará na instituição do comunismo, o qual

“aparece numa forma dupla; a ascendência da propriedade material avulta de tal maneira que visa a destruir tudo que for incapaz de ser possuído por todos como propriedade privada. Ele quer abolir o talento, etc., pela força. A posse física imediata parece-lhe a única meta da vida e da existência. O papel do trabalhador não é abolido, mas ampliado a todos os homens. A relação da propriedade privada continua a ser a da comunidade com o mundo das coisas. Por fim, essa tendência a opor a propriedade privada em geral à propriedade privada é expressa de maneira animal; ocasamento (que é incontestavelmente a forma de propriedade privada exclusiva) é posto em contraste com a comunidade das mulheres, em que estas se tornam comunais e propriedade comum. Pode-se dizer que essa idéia decomunidade das mulheres é o segredo de Polichinelo desse comunismo inteiramente vulgar e irrefletido. Assim como as mulheres terão de passar do matrimônio para a prostituição universal, igualmente todo o mundo das riquezas (i. é, o mundo objetivo do homem) terá de passar da relação de casamento exclusivo com o proprietário particular para a de prostituição universal com a comunidade. Esse comunismo, que nega a personalidade do homem em todos os setores, é somente a expressão lógica da propriedade privada, que é essa negação”.

Como é próprio da demagogia comunista, o seu lado escabroso é apresentado como algo inevitável e sua responsabilidade repassada aos conservadores e outros.

Traduzido para a questão étnica, assim como as mulheres terão de passar do matrimônio para a prostituição universal no comunismo, igualmente toda união exclusiva entre uma pessoa e sua etnia, sua família, sua nação, sua religião, terá de passar da relação de exclusividade para a de prostituição coletiva administradas por cafetões revolucionários e globalistas como Fidel, Lênin, Pol Pot, Trotsky, Prestes, etc.

Movimentos étnicos que sejam vinculados ao comunismo serão por essência contraditórios, pois movimentos étnicos só serão criados ou apoiados pelos marxistas se estiverem subordinados a seus comandantes, ou seja, voltados à própria dissolução dos vínculos que mantêm a unidade da própria etnia.

Este, porém, não é um grande problema para uma ideologia amoral, que pode apresentar discursos contraditórios conforme sua conveniência.

Leão Alves é secretário geral do Nação Mestiça.

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