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Escritor lança livro com mini ensaios sobre a origem da ignorância nacional e as maneiras de combatê-la

“O homem que não domina as palavras é dominado por elas: vive num mundo de ilusões verbais, que toma por realidades. Quando consegue montar uma frase, imagina que provou um fato. A fala, em vez de ser uma janela para o mundo, substitui o mundo”. (Pág. 255).
Logo na apresentação, o organizador do livro, Felipe Moura Brasil, enfatiza que “Olavo de Carvalho é uma inteligência demolidora”. E o leitor logo pode mergulhar em textos do filósofo, professor e jornalista Olavo de Carvalho, à roda de muitos temas essenciais — juventude, conhecimento, cultura, pobreza, fingimento, democracia, socialismo, revolução, militância, capitalistas x revolucionários, intelligentzia, educação, aborto, EUA, terrorismo & narcotráfico, e muitos outros, colhidos das muitas participações do autor na mídia e em diversas publicações.
Acusado por vezes de direitista, reacionário, e até de esquerdista dissimulado, Olavo de Carvalho sempre fluiu nas ondas dos veículos de comunicação com seus textos polêmicos, carregados de indagações que estabelecem dúvidas e questionamentos diante do que comumente se vê ou se lê em nosso cotidiano. Ele observa, à guisa de provocação, que “em grego, idios quer dizer “o mesmo”. Idiotes, de onde veio o nosso termo “idiota”, é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo, que julga tudo pela sua própria pequenez”.
Interessantes considerações são feitas por Olavo sobre o novo imbecil coletivo que se criou nos países, com registros de suas causas e efeitos na área da educação. Vale ainda  conhecer qual o futuro da boçalidade. E quanto à reciclagem da ética, o autor é incisivo: “ Quem , a pretexto de punir políticos corruptos, destrói as bases mesmas da moral pública, não é um idiota irrecuperável ou tem uma agenda secreta, A diferença é que a idiotice sente alguma vergonha de si mesma; a ambição política, não.”
Considerações sobre “ a origem da burrice nacional”, ao lado de “O poder de conhecer”, entre tantos miniensaios do livro, fazem dos textos carvalhianos um bom suporte de exercício educacional: para concordar ou discordar das ideias propostas, forma-se no leitor uma estruturante capacidade de pensar e de criticar. E isso é pura aprendizagem.

“O homem que não domina as palavras é dominado por elas: vive num mundo de ilusões verbais, que toma por realidades. Quando consegue montar uma frase, imagina que provou um fato. A fala, em vez de ser uma janela para o mundo, substitui o mundo”. (Pág. 255).

Logo na apresentação, o organizador do livro, Felipe Moura Brasil, enfatiza que “Olavo de Carvalho é uma inteligência demolidora”. E o leitor logo pode mergulhar em textos do filósofo, professor e jornalista Olavo de Carvalho, à roda de muitos temas essenciais — juventude, conhecimento, cultura, pobreza, fingimento, democracia, socialismo, revolução, militância, capitalistas x revolucionários, intelligentzia, educação, aborto, EUA, terrorismo & narcotráfico, e muitos outros, colhidos das muitas participações do autor na mídia e em diversas publicações.

Acusado por vezes de direitista, reacionário, e até de esquerdista dissimulado, Olavo de Carvalho sempre fluiu nas ondas dos veículos de comunicação com seus textos polêmicos, carregados de indagações que estabelecem dúvidas e questionamentos diante do que comumente se vê ou se lê em nosso cotidiano. Ele observa, à guisa de provocação, que “em grego, idios quer dizer “o mesmo”. Idiotes, de onde veio o nosso termo “idiota”, é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo, que julga tudo pela sua própria pequenez”.

Interessantes considerações são feitas por Olavo sobre o novo imbecil coletivo que se criou nos países, com registros de suas causas e efeitos na área da educação. Vale ainda  conhecer qual o futuro da boçalidade. E quanto à reciclagem da ética, o autor é incisivo: “ Quem , a pretexto de punir políticos corruptos, destrói as bases mesmas da moral pública, não é um idiota irrecuperável ou tem uma agenda secreta, A diferença é que a idiotice sente alguma vergonha de si mesma; a ambição política, não.”

Considerações sobre “ a origem da burrice nacional”, ao lado de “O poder de conhecer”, entre tantos miniensaios do livro, fazem dos textos carvalhianos um bom suporte de exercício educacional: para concordar ou discordar das ideias propostas, forma-se no leitor uma estruturante capacidade de pensar e de criticar. E isso é pura aprendizagem.

Roberto Santos

O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota. Olavo de Carvalho. Editora Record. 616 páginas.

De O Fluminense, 08/10/2013.

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