Skip to content


Movimentos populares aproveitam o 7 de Setembro para protestar

Saúde, educação, transporte público e segurança voltaram às ruas de Manaus como forma de reivindicações, durante a manhã deste sábado, feriado nacional de 7 de Setembro.
Diversos grupos de movimentos populares realizaram protestos nas proximidades do Centro de Convenções (Sambódromo), incluindo o Movimento do Passe Livre (MPL), União dos Movimentos de Manaus e do Amazonas (UMM e UMA), Fórum Nacional dos Mestiços e Anonymous, considerado o mais radical em suas ações.
Embora na maior parte do tempo o desfiles das Forças Armadas e demais autoridades militares do Amazonas tenham ocorrido sem maiores tumultos, por volta das 10h30, cerca de meia hora após o termino da solenidade cívica, um grupo heterogêneo de mais de 50 manifestantes acessou a avenida Pedro Teixeira, em frente ao Sambódromo, levantando palavras de ordem.
Contidos pelos policiais militares no interior do Sambódromo, os manifestantes deixaram o local escoltados. O princípio de confusão ocorreu em frente às obras da Arena da Amazônia, quando a polícia passou a revistar alguns dos jovens encapuzados ou de máscaras, encontrando objetos suspeitos, como garrafas vazias e pedaços de ferro.
Sob protestos contra mídia local, uma jornalista foi agredida durante a tentativa de dispersão dos manifestantes mais exaltados. Um suspeito de ter cometido a agressão foi detido e encaminhado ao 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP).
A revolta declarada contra a polícia e ao sistema de governo brasileiro desses manifestantes contrastava com a pacificidade de outros, como a dupla Pedro Fernandes e Marcos Alberto, que protestavam contra a inatividade da Câmara Municipal de Manaus (CMM) em chamar os aprovados no concurso público de 2003, e dos cerca de dez representantes do chamado Fórum Nacional dos Mestiços, que manifestavam contra a discriminação sofrida pela exclusão da etnia mestiça dos debates relativos a políticas públicas para as suas necessidades.
A confusão gerada pelo “black block baré” ofuscou, ainda, a criatividade com a qual os oito representantes da UMM chamavam a atenção da população em frente ao portão principal do Sambódromo. Na ocasião, um dos jovens estava vestido como um político corrupto que prendia com cordas outros cinco colegas, que representavam as pautas mais urgentes para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.
Saúde, educação, transporte público e segurança voltaram às ruas de Manaus como forma de reivindicações, durante a manhã deste sábado, feriado nacional de 7 de Setembro.
.
Diversos grupos de movimentos populares realizaram protestos nas proximidades do Centro de Convenções (Sambódromo), incluindo o Movimento do Passe Livre (MPL), União dos Movimentos de Manaus e do Amazonas (UMM e UMA), Fórum Nacional dos Mestiços e Anonymous, considerado o mais radical em suas ações.
.
Embora na maior parte do tempo o desfiles das Forças Armadas e demais autoridades militares do Amazonas tenham ocorrido sem maiores tumultos, por volta das 10h30, cerca de meia hora após o termino da solenidade cívica, um grupo heterogêneo de mais de 50 manifestantes acessou a avenida Pedro Teixeira, em frente ao Sambódromo, levantando palavras de ordem.
.
Contidos pelos policiais militares no interior do Sambódromo, os manifestantes deixaram o local escoltados. O princípio de confusão ocorreu em frente às obras da Arena da Amazônia, quando a polícia passou a revistar alguns dos jovens encapuzados ou de máscaras, encontrando objetos suspeitos, como garrafas vazias e pedaços de ferro.
.
Sob protestos contra mídia local, uma jornalista foi agredida durante a tentativa de dispersão dos manifestantes mais exaltados. Um suspeito de ter cometido a agressão foi detido e encaminhado ao 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP).
.
A revolta declarada contra a polícia e ao sistema de governo brasileiro desses manifestantes contrastava com a pacificidade de outros, como a dupla Pedro Fernandes e Marcos Alberto, que protestavam contra a inatividade da Câmara Municipal de Manaus (CMM) em chamar os aprovados no concurso público de 2003, e dos cerca de dez representantes do chamado Fórum Nacional dos Mestiços, que manifestavam contra a discriminação sofrida pela exclusão da etnia mestiça dos debates relativos a políticas públicas para as suas necessidades.
.
A confusão gerada pelo “black block baré” ofuscou, ainda, a criatividade com a qual os oito representantes da UMM chamavam a atenção da população em frente ao portão principal do Sambódromo. Na ocasião, um dos jovens estava vestido como um político corrupto que prendia com cordas outros cinco colegas, que representavam as pautas mais urgentes para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.
.
Gustav Cervinka
De Em Tempo, 07/09/2013.
Os vídeos e os textos postados assinados por seus autores e os noticiosos e de outros sites lincados são de inteira responsabilidade dos mesmos não representando no todo ou em parte posicionamentos do Nação Mestiça. É autorizada a reprodução e publicação de textos deste site desde que citada a fonte. Mestiçofobia é racismo / Mestizofobia es racismo. Divulgue este site.

Posted in Português.

Tagged with .


0 Responses

Stay in touch with the conversation, subscribe to the RSS feed for comments on this post.



Some HTML is OK

or, reply to this post via trackback.

Comments Protected by WP-SpamShield Anti-Spam