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Polícia monitora conflito entre índios e mestiços no sul da Bahia

O clima voltou a ficar tenso em Buerarema. Produtores rurais que estão acampados no centro como forma de protesto contra o processo de demarcação de terras indígenas na região, dizem que índios tupinambás circularam armados pela cidade.
Em apoio aos agricultores, moradores de Buerarema se juntaram aos protestos. Quatro casas que pertencem a índios e a pessoas que têm alguma ligação com os tupinambás foram destruídas. Uma loja de materiais para construção foi saqueada.
A agência dos correios também foi apedrejada e não funcionou na segunda feira (26). A agência bancária e o escritório da Empresa de Abastecimento de Água do Estado ficaram com os vidros quebrados.
Na zona rural, mais destruição. A suspeita é de que os índios tupinambás tenham invadido uma propriedade mais uma vez. No dia 14 deste mês, parte da casa havia sido incendiada. Na noite de sábado (25), mais quatro casas da família foram queimadas. Três pessoas estão desaparecidas.
O policiamento em Buerarema está reforçado há mais de uma semana. Equipes da Força Nacional, o pelotão de Choque e a companhia especializada da Polícia Militar e a Polícia Civil têm feito rondas pela cidade. Mesmo assim, o conflito tem se agravado dia a dia.
A disputa de terras entre índios tupinambás e agricultores é antiga, ocorre desde a década de 90, e abrange uma área de 47 mil hectares entre os municípios de Una, Ilhéus e Buerarema.

Três pessoas estão desaparecidas. Houve saque no comércio e vários imóveis foram destruídos.

O clima voltou a ficar tenso em Buerarema. Mestiços que estão acampados no centro como forma de protesto contra o processo de criação de um novo bantustão federal na região, dizem que índios tupinambás circularam armados pela cidade.

Em apoio aos mestiços, moradores de Buerarema se juntaram aos protestos. Quatro casas que pertencem a índios e a pessoas que têm alguma ligação com os tupinambás foram destruídas. Uma loja de materiais para construção foi saqueada.

A agência dos correios também foi apedrejada e não funcionou na segunda feira (26). A agência bancária e o escritório da Empresa de Abastecimento de Água do Estado ficaram com os vidros quebrados.

Na zona rural, mais destruição. A suspeita é de que os índios tupinambás tenham invadido uma propriedade mais uma vez. No dia 14 deste mês, parte da casa havia sido incendiada. Na noite de sábado (25), mais quatro casas da família foram queimadas. Três pessoas estão desaparecidas.

O policiamento em Buerarema está reforçado há mais de uma semana. Equipes da Força Nacional, o pelotão de Choque e a companhia especializada da Polícia Militar e a Polícia Civil têm feito rondas pela cidade. Mesmo assim, o conflito tem se agravado dia a dia.

A disputa de terras entre índios tupinambás e mestiços ocorre desde a década de 90, e abrange uma área de 47 mil hectares entre os municípios de Una, Ilhéus e Buerarema.

Nova redação a partir de notícia do G1, 27/08/2013.

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