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Negar existência de raças não evita racismo

apartheid

Observe a foto acima que ilustra a divisão racial na época do regime do apartheid sul-africano. Nas placas aparece escrita em africâner NET NIE-BLANKES (Só para não brancos) e abaixo escrita em inglês NON EUROPEANS ONLY (Só para não europeus) e na escada ao lado NET BLANKES (Só para brancos) e abaixo escrita em inglês EUROPEANS ONLY (Só para europeus).

Branco é uma palavra relacionada a biologia e é adotada também como categoria racial, “raça branca”; europeu é uma palavra relacionada a geografia, mas que nesta placa e no vocabulário verwoerdista era adotada usualmente em substituição à palavra branco.

Simplesmente negar a existência de raças não impede a existência e ação do racismo e pode até servir para disfarçá-lo.

Posted in Apartheid no Brasil, Leão Alves, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Multiculturalismo, Português, Verwoerdismo | Indigenismo.

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2 Responses

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  1. Leão Alves says

    Evita, o que não é o mesmo que dizer que impede completamente o racismo. Nós brasileiros em regra nascermos no Brasil, termos a mesma nacionalidade, a mesma cidadania, a mesma língua, os mesmos hábitos, etc., e isto não impede que alguns desejem ser comunistas ou optem por mudar de nacionalidade. Isto não nega o fato de estes diversos fatores que nos dão um sentimento de pertencimento à Nação brasileira evitem – sem impedir completamente – que surjam aqueles que se voltam contra ela ou que desejem mudar de nacionalidade e cidadania. O mesmo ocorre em outras nações.

  2. Gabriel says

    A miscigenação também não evita o racismo, nem une Nação alguma.

    O Ali Kamel que adora dizer que não existem raças.



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