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Conflito com índios ameaça terras de mestiços no sul da Bahia

Não índios afirmam que índios estariam sendo violentos na ocupação. Segundo o governo federal, local pertenceria aos índios tupinambás-de-olivença.

Uma área situada entre os municípios de Buerarema, Ilhéus (onde fica a sede estadual do Nação Mestiça) e Una, em na região conhecida como Serra do Padeiro, no sul da Bahia, é alvo de disputa entre índios e mestiços.

O Nação Mestiça defende o direito originário dos mestiços sobre a terra, desrespeitado pela política indigenista do governo federal.

De acordo com a Funai, índios estão ocupando propriedades que se encontrariam no interior da denominada “Terra Indígena Tupinambá de Olivença”, que, segundo o órgão do governo federal, pertenceria aos índios.

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) afirma que 300 índios tupinambás participam das ações de “ocupação das fazendas”, que ficam em uma área de 47.376 hectares. Segundo o Cimi, entre os dias 2 e a terça-feira (13), 40 propriedades “foram retomadas”. O órgão conta que a área foi reconhecida pela Fundação Nacional do Índio (Funai), órgão do governo federal, e que o processo estaria parado no Ministério da Justiça, o que teria motivado a “ocupação das terras”.

Luis Uaquim, presidente da Associação dos Pequenos Produtores,  conta que os índios estariam sendo violentos durante a ocupação das propriedades.

“Eles [os índios] contratam pessoas e elas se vestem de índio, e vão atirando, tocando fogo nas propriedades. Eles [os não índios] estão vivendo um terror. Eles moram lá e não têm pra onde ir. Isso é terror mesmo”, afirma Uaquim.

“Nessa noite [quinta-feira] eles invadiram mais uma, usaram extrema violência, bateram em três pessoas. Também tocaram fogo em um barzinho, em uma garagem”, conta Herman Isensee, membro da direção da associação.

A Polícia Federal está na região para investigar o caso, mas ainda não informou o número de propriedades que teriam sido invadidas por índios ou se houve casos de agressão. As polícias militar e civil também trabalham nas investigações do caso.

Com informações de O Globo, 15/08/2013.

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