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Mestiços sul-africanos são discriminados e protestam contra favorecimento de pretos pelo governo

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Mestiços sul-africanos fizeram um manifestação no dia 30 de maio último contra o favorecimento de pretos na entrega de casas pelo governo na comunidade Tulbagh, na província de Cabo Ocidental.

Cerca de 500 pessoas estiveram no centro comunitário do bairro, onde membros da Aliança do Povo Unido (United People’s Alliance) reuniram-se com moradores.

O problema teria começado quando casas do Programa de Reconstrução e Desenvolvimento (Reconstruction and Development Programme – RDP, em inglês) destinadas a cadastrados mestiços foram entregues a cadastrados pretos, apesar dos mestiços estarem na lista de cadastrados há décadas e os inscritos pretos que receberam as casas terem sido recentemente colocados na lista de espera.

Pessoas com dezoito anos de idade e de outras províncias teriam recebido casas, a despeito de haver pessoas aguardando desde antes de 1994, quando o regime supremacista branco de apartheid encerrou e pretos passaram a governar o país.

O problema com a distribuição das casas, levou a uma marcha de protesto por membros da comunidade mestiça que foi respondida com pedradas e vandalismo contra casas do RDP habitadas por famílias mestiças.

Em jaquetas usadas por manifestantes mestiços, havia a inscrição, “Não preto o suficiente, não branco o suficiente”.

Moradores mestiços também teriam sido expulsos da região de Swartklip e, depois, teria sido formado no local uma comunidade de pretos denominada Marikana, não havendo neste caso intervenção da prefeitura.

Com informações de United People’s Alliance Tulbagh March, 03/07/2013.

Posted in Mestiçofobia | Desmestiçagem, Português.

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2 Responses

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  1. Leão says

    Nem na África mestiço é negro, mas aqui no Brasil o PT e outros “esclarecidos” defendem isto.
    Fico imaginando miscigenados que se consideram negros dizendo que são negros na África. Imagino o que Mugabe, Manyi e Malema e a maioria dos pretos da África achariam disso.

  2. Gabriel says

    A verdade é que quem governar o país favorecerá o seu próprio grupo/raça. Apesar dos recursos naturais abundantes existentes em África quem realmente se beneficia dos mesmos não são os pretos africanos.

    Raça significa grupo e o mundo é racista, ou seja, dividido. Cada grupo/raça vai brigar pelo controle total dos recursos/dinheiro em benefício único e exclusivo de seu próprio grupo/raça.

    É por isso que países africanos como o Egito é descrito nas mídias como parte dos “países árabes” mesmo sendo na África.



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