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Na Amazônia: Nação Mestiça e outras entidades emitem nota de repúdio ao “Sínodo da Amazônia” realizado no Vaticano

NOTA DE REPÚDIO AO “SÍNODO DA AMAZÔNIA” E AO RACISMO

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA), a ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA), o FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO e a ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ) vêm expressar seu repúdio ao denominado “Sínodo da Amazônia”, evento realizado no Estado do Vaticano que visa, dentre outros, aprofundar a política de segregação racial e étnica empreendida por este Estado europeu na Amazônia, política de caráter marcantemente racista, antimestiço, de Apartheid, supremacista, globalista e etnocida.

1. Racista.
Esta política se firma numa visão, que persiste há séculos entre membros do clero europeu e eurodescendente na América, visão possivelmente minoritária, mas influente, contrária à integração, à miscigenação de raças e a fusão de etnias, processo que deu origem ao Povo Mestiço do Brasil e a outras etnias mestiças em outros países da Amazônia e, de forma similar, do mundo.

2. Antimestiço.
Mantendo a política racial e étnica que o MOVIMENTO NAÇÃO MESTIÇA, a ACRA, a OBÁ e outras organizações já denunciavam em 2007 na ‘Carta Aberta do Fórum Mestiço de Políticas Publicas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)’, o Sínodo “da” Amazônia apresenta uma Amazônia fictícia, composta por índios e sem mestiços, a aboluta maioria da população, ficção que pretende tornar realidade através do apagamento do Povo Mestiço Brasileiro e dos povos mestiços de outros países amazônicos.

3. Apartheid.
Com este objetivo, organizações como a CNBB e CIMI, com o apoio do Estado do Vaticano, têm promovido o Apartheid indigenista na Amazônia, que é fundamentado em territórios raciais exclusivos e limpeza étnica de populações do Povo Mestiço Brasileiro. Uma versão do Apartheid sul-africano, regime que buscava disfarçar seu objetivo de preservar diferenças e hierarquias raciais sob o manto da preservação de diferenças étnicas.

4. Supremacista.
O Cristianismo por diversas vezes foi utilizado para atender interesses de potências européias, do Império Romano, passando, na Idade Moderna, pela autorização de Sua Santidade, o Papa Nicolau V, de escravizar pretos, à atual agenda multiculturalista e globalista da União Europeia, à qual este Sínodo “da” Amazônia convocado por Sua Santidade, o Papa Francisco, serve como instrumento.

5. Globalista.
Organizações globalistas, destacadamente neoliberais e comunistas, com o objetivo de pulverizar identidades e liquidar soberanias nacionais na América Latina, promovem segregação racial e ódio a miscigenação e mestiçagem em uma região do mundo onde as identidades, unidades e soberanias nacionais são originadas e fundamentadas na mestiçagem, processo iniciado na miscigenação entre índios e europeus, dando origem ao mestiço que atualmente constitui o mais numeroso grupo étnico da Amazônia e alvo também atual das limpezas étnicas e etnocídios promovidos pela ideologia indigenista que impulsiona o Sínodo “da” Amazônia.

6. Etnocida.
Na Amazônia brasileira, esta ideologia implica em “tranformar” mestiços em índios. Uma das formas de “sensibilização” vem do temor das limpezas etnicas contra mestiços para a criação de territórios raciais exclusivos para índios e pretos – método apoiado pelo Estado do Vaticano sob o rótulo da ‘valorizaçao da diversidade’.

O Sínodo “da” Amazônia é, assim, mais um triste exemplo do uso da Igreja Católica Apostólica Romana para atender interesses políticos e econômicos que parasitam a religiosidade, os sentimentos, a boa-fé e o desconhecimento de milhões de pessoas, especialmente daquelas que vivem distante da Amazônia.
É também uma oportunidade para lembrar os silenciados genocídios dos povos mestiços da América e de outros continentes.

É nossa esperança que, evitando persistir nesta política de segregação racial e étnica, Sua Santidade, o Papa Francisco, evite também que outros papas tenham que no futuro pedir perdão ao Povo Mestiço Brasileiro e a povos mestiços de outros países da Amazônia por prejuízos e sofrimentos que não poderão mais corrigir.

Manaus, Estado do Amazonas, Brasil, 7 de outubro de 2019.

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA)

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA)

FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO (FNM)

ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ)

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In Amazon: Nação Mestiça and other entities issue note of repudiation of “Synod of Amazon” held in Vatican

NOTE OF REPUDIATION OF “SYNOD OF AMAZON” AND RACISM

The MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA (BRAZILIAN BROWN-MESTIZO MOVEMENT – MESTIZO NATION), the ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA – ACRA (ASSOCIATION OF CABOCLOS AND RIVERSIDERS OF THE AMAZONIA – ACRA), the FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO – FNM (NATIONAL MESTIZO FORUM – FNM), the ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES – OBÁ (BRAZILIAN AFRODESCENDENT ORGANIZATION – OBÁ) express their repudiation of so called “Synod of Amazon”, event carried out in the Vatican State which aims, among others, to deepen the policy of racial and ethnic segregation undertaken by this European State in the Amazon, a markedly racist, anti-Mestizo, Apartheid, supremacist, globalist and ethnocidal policy.

1. Racist.
This policy is grounded in a vision that has persisted for centuries between members of the European and Eurodescendant clergy in America, a possibly minority but influential view, contrary to integration, the miscegenation of races and the fusion of ethnicities, a process that gave rise to the Mestizo People of Brazil and other Mestizo ethnicities in other countries of the Amazon and, similarly, in the world.

2. Anti-Mestizo.
In keeping with the racial and ethnic policy that the MESTIZO NATION, ACRA, OBÁ and other organizations already denounced in 2007 in the ‘Open Letter of the Public Policy Mestizo Forum to the National Conference of Bishops of Brazil (CNBB)’, the Synod “of” Amazon presents a fictional Amazon, made up of Amerindians and without Mestizos, the absolute majority of the population, a fiction that aims to make reality through the erasure of the Brazilian Mestizo People and the Mestizo people of other Amazonian countries.

3. Apartheid.
For this purpose, organizations such as the CNBB and CIMI, with the support of the Vatican State, have promoted indigenist Apartheid in the Amazon, which is founded on exclusive racial territories and ethnic cleansing of populations of the Brazilian Mestizo People. A version of South African Apartheid, a regime that sought to disguise its goal of preserving racial differences and hierarchies under the cloak of preserving ethnic differences.

4. Supremacist.
Christianity has often been used to cater to the interests of European powers, from the Roman Empire, passing, in the Modern Age, the permission of His Holiness, Pope Nicholas V, to enslave blacks, to the European Union’s current multiculturalist and globalist agenda, which this Synod “of” Amazon convened by His Holiness, Pope Francis, serves as an instrument.

5. Globalist.
Globalist organizations, notably neoliberal and communist, aiming to pulverize identities and liquidate national sovereignties in Latin America, promote racial segregation and hatred of miscegenation and mestization in a region of the world where national identities, unities and sovereignties are originated and grounded in mestization, a process started in the miscegenation between Amerindians and Europeans, giving rise to the Mestizo that currently constitutes the largest ethnic group in the Amazon and also current target of ethnic cleansing and ethnocide promoted by the indigenist ideology that drives the Synod “of” Amazon.

6. Ethnocidal.
In the Brazilian Amazon, this ideology implies “transform” Mestizos into Amerindians. One form of “sensitization” comes from the fear of ethnic cleansing against Mestizos for the creation of exclusive racial territories for Amerindians and Blacks – a method supported by the Vatican State under the label of ‘appreciation of diversity’.

The Synod “of” the Amazon is thus another sad example of the use of the Roman Apostolic Catholic Church to serve the political and economic interests that parasitize the religiosity, feelings, good faith and ignorance of millions of people, especially those who live far from the Amazon. It is also an opportunity to remember the silenced genocides of the Mestizo peoples of America and other continents.

It is our hope that, by avoiding persisting in this policy of racial and ethnic segregation, His Holiness, Pope Francis, will also prevent other popes from having to apologize in the future to the Brazilian Mestizo People and to the Mestizo peoples of other Amazonian countries for damage and suffering that they can no longer correct.

Manaus, State of Amazonas, Brazil, October 7, 2019.

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA)

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA)

FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO (FNM)

ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ)

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Globalização e globalismo: o que você precisa saber – Alessandro Loiola

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“Mudanças educacionais no Brasil no último século” – Fernanda Takitani

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Garimpeiro mestiço não é invasor

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Heleno defende revisão de todas demarcações de indiostões

General Augusto Heleno e presidente Jair Bolsonaro.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, o general da reserva Augusto Heleno, defendeu quinta-feira (29) a revisão de todas as demarcações de indiostões, e alegou haver indícios de fraudes em várias delas. Continued…

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Understanding indigenism: Apartheid in Brazil and South Africa compared

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Para entender o indigenismo: Apartheid no Brasil e na África do Sul comparado

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Foi a mestiçagem que conquistou a Amazônia que vai sendo perdida a cada expulsão do Povo Mestiço pelos indigenistas

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Macron afirma que vai governar a Amazônia com os índios

O presidente da França, Emmanuel Macron, postou em português em sua página no Facebook que o Brasil não pode cuidar da Amazônia sozinho e que irá trabalhar com índios e outros.

O presidente francês afirmou que irá levar à ONU proposta de internacionalização da Amazônia. Governadores esquerdistas da região cogitam conversar diretamente com o presidente francês em troca de dinheiro europeu.

A França e outros países da União Europeia têm financiado políticas de apartheid no Brasil e contra mestiçagem entre índios e outras raças. As medidas visam à fragmentação do povo brasileiro. O Nação Mestiço tem denunciado o objetivo, mas o governo Bolsonaro tem mantido a política petista de não dialogar com o movimento mestiço e tratar apenas com indios, “negros” e brancos.

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