Skip to content


Ministério dos Direitos Humanos emite nota contra macabro arquivamento pelo MPF de denúncia de morte “cultural” à bala de índio de 16 anos

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram apreendidos uma espingarda calibre 32 e muitos simulacros de arma de fogo. Armas de fogo não faziam parte das culturas dos povos pré-colombianos. Foto: Divulgação/PF.

Sob a alegação de “imperiosa necessidade de resguardar a manifestação cultural da etnia”, o Ministério Público Federal – MPF decidiu cruzar os braços e arquivar notícia da morte de um índio de 16 anos de idade, no dia 21/06/2015, “por disparo intencional de arma de fogo, condutas praticadas por outros dois indígenas, na aldeia Sai Cinza.”  Segundo informa o próprio MPF, “a morte do adolescente ocorreu no contexto de um ritual tradicional da etnia Munduruku denominado “pajelança brava”. Ele foi morto dentro de casa, a tiros de espingarda, teve seu corpo arrastado até o rio Cabitutu, distante aproximadamente 10 km, onde foi esquartejado em pequenos pedaços, retiraram seu fígado e coração, triturando-os, e as demais partes do corpo foram amarradas em uma pedra e jogadas no rio.” Continued…

Posted in Português.


Para o racismo “científico” ser da raça preta é superior a ser mestiço

Posted in Mensagem Mestiça, Pretismo | Negrismo | Transnegrismo.


Para o racismo “científico” ser da raça preta é superior a ser mestiço

Posted in Mensagem Mestiça, Pretismo | Negrismo | Transnegrismo.


Explicando o que é ser pardo

Posted in Português.


Forró pode tornar-se patrimônio cultural brasileiro

 

Em dezembro, o forró pode tornar-se patrimônio cultural brasileiro. Participe desta conquista para a Cultura do Brasil. Divulge este vídeo e envie seu email de apoio para dpi@iphan.gov.br.

Posted in Português.


Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro defende direito das pardas advogadas concorrerem à eleição da OAB-DF

Posted in Português.


NOTA DE REPÚDIO CONTRA A TENTATIVA DE IMPEDIR A POSSE E FUNCIONAMENTO DO CONSELHO ESTADUAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL DO AMAZONAS – CEPIR/AM

As organizações abaixo assinadas manifestam seu veemente repúdio à tentativa de impedir o funcionamento do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial – CEPIR/AM por grupos do movimento negro que tentaram no dia 9 de novembro do 2021 impedir a posse dos conselheiros eleitos durante cerimônia ocorrida no Auditório Paulo Freire da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, após 10 anos de luta por sua instalação, esforço de varias lideranças e apoio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania – SEJUSC para que o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial se tornasse realidade.

Registramos que o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial não é exclusivo para negros, como seu o próprio nome diz, mas também para indígenas, mestiços, caboclos, judeus, quilombolas e outros grupos étnicos e raciais – o que explicitamente estabelece a Lei nº 4.367, de 21/7/2016, que instituiu o Conselho.

Destacamos que o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas não se limita nem se subordina a pautas de determinadas lideranças do movimento negro, mas sim é um espaço para diálogo respeitoso entre os diversos segmentos étnicos e raciais e da sociedade em geral para o enfrentamento das desigualdades raciais.

Repudiamos as manifestações preconceituosas e agressões contra a presidente do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas e membro titular do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial – CNPIR, Sra. Helderli Fideliz Castro de Sá Leão Alves, por não ser do movimento negro, como se sua condição de mestiça a impedisse de ser presidente do Conselho, cuja Diretoria eleita foi também composta por uma indígena.

Destacamos que, diferentemente do que tem sido erroneamente divulgado, a Sra. Helderli Fideliz Castro de Sá Leão Alves não se tornou apta a ser conselheira nacional de promoção da igualdade racial por indicação da SEJUSC, mas sim por ter sido indicada pelo Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, instituição que preside e que foi selecionada por processo público e transparente para compor o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial para representar o Povo Mestiço, etnia reconhecida pela Constituição do Estado do Amazonas e pela Lei nº 3.044, de 21/03/2006, e cuja existência desagrada e é negada por determinadas lideranças do movimento negro.

Também é completamente infundada a afirmação de que o movimento negro teria sido preterido e a SEJUSC dado preferência ao movimento mestiço, indígena e judeu. Das 13 vagas reservadas a representantes da sociedade civil no edital de eleição do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial, 9 vagas foram reservadas a movimentos negros e outros segmentos de afros, e somente 1 a representação indígena, 1 a representação judaica, 1 a mestiça e 1 a cabocla, apesar do Estado do Amazonas ter, segundo o IBGE, 78,7% de pardos, em sua maioria caboclos, e 3,3% de pretos. Destacamos que o processo de eleição foi acompanhado pelo representante do Ministério Público do Estado do Amazonas – MPAM, Dr. Antônio José Mancilha.

Solicitamos às autoridades competentes que tomem as medidas cabíveis contra manifestações antidemocráticas, discriminatórias, desrespeitosas e intolerantes contra as diferenças étnicas e raciais e manifestamos nosso apoio a todos os que se empenharam para tornar realidade o Conselho a fim de que tenhamos uma sociedade mais justa e menos desigualdade para o povo do Amazonas.

Manaus (AM), 12 de novembro de 2021.

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA
INSTITUTO DE APOIO AOS POVOS ORIGINÁRIOS DA AMAZÔNIA – IAPOAM
ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA – ACRA
ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES – OBÁ
CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS DE MANAUS – CMDH/MAO
CONSELHO ASSISTENCIAL DOS MORADORES DE SANTA LUZIA – CAMSL
ASSOCIAÇÃO DE MÃES MÃOS DE OURO DO RESIDENCIAL VIVER MELHOR II ETAPA
FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO – FNM

Posted in Português.


Proposta quer trocar estátua de Borba Gato por quilombola que escravizava índias

Uma enquete da vereadora Luana Alves, de São Paulo, sugere derrubar o monumento ao bandeirante mestiço Borba Gato e substituir pela da rainha quilombola Thereza de Benguela. Continued…

Posted in Português.


Conselho racial do AM torna-se o primeiro a ter representação parda separada da representação ‘negra’

Após aprovação pela Assembleia Legislativa, o governador Wilson Lima publicou o Decreto de 3 de novembro de 2021 designando os nomes dos conselheiros eleitos para o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas – CEPIR/AM. Torna-se o primeiro conselho de igualdade racial do Brasil a ter representação dos pardos separada da representação dos ‘negros’, uma antiga demanda do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro.

Posted in Português.


Parabéns, Manaus!

Continued…

Posted in Português.