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O dia em que os nazistas colocaram os pardos nas Leis de Nuremberg

As Leis de Nuremberg visavam à preservação e purificação da “raça ariana”. Através do domínio do Judiciário e de normas administrativas, o regime nazista ampliou sua aplicação aos pardos, “negros” e ciganos.

As Leis de Nuremberg, cidade localizada no sudeste da Alemanha, foram aprovadas em 1935.

Tratavam principalmente das condições para que uma pessoa fosse considerada ou não cidadã alemã e assuntos relativos a relações sexuais entre brancos classificados como arianos ou semitas. Também definiam uma nova bandeira para a Alemanha. Continued…

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Dia dos Bandeirantes

Por ocasião do Dia dos Bandeirantes, o site do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, o maior do Brasil sobre mestiços e mestiçagem, publicou cópia do Alvará de 10 de março de 1682 que concedeu Indulto ao “Negros e Mulatos, suas mulheres, filhos, e descendentes” provenientes de Palmares.

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Relatório das Forças Armadas não excluiu a possibilidade de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas

Brasília (DF), 10/11/2022 – Com a finalidade de evitar distorções do conteúdo do relatório enviado, ontem (9.11), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa esclarece que o acurado trabalho da equipe de técnicos militares na fiscalização do sistema eletrônico de votação, embora não tenha apontado, também não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. Ademais, o relatório indicou importantes aspectos que demandam esclarecimentos. Entre eles:

– houve possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do TSE durante a compilação do código-fonte;

– os testes de funcionalidade das urnas (Teste de Integridade e Projeto-Piloto com Biometria), da forma como foram realizados, não foram suficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação; e

– houve restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros, inviabilizando o completo entendimento da execução do código, que abrange mais de 17 milhões de linhas de programação.

Em consequência dessas constatações e de outros óbices elencados no relatório, não é possível assegurar que os programas que foram executados nas urnas eletrônicas estão livres de inserções maliciosas que alterem o seu funcionamento.

Por isso, o Ministério da Defesa solicitou ao TSE, com urgência, a realização de uma investigação técnica sobre o ocorrido na compilação do código-fonte e de uma análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas, criando-se, para esses fins, uma comissão específica de técnicos renomados da sociedade e de técnicos representantes das entidades fiscalizadoras.

Por fim, o Ministério da Defesa reafirma o compromisso permanente da Pasta e das Forças Armadas com o Povo brasileiro, a democracia, a liberdade, a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem.

Ministério da Defesa

De Ministério da Defesa (publicado em 10/11/2022, às 10h58min).

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O próximo passo da esquerda: dividir eleitores por raça – Leão Alves

O Judiciário deu ao PT o que este pediu do Legislativo, mas não ganhou: iniciar a implantação de cotas raciais entre os políticos brasileiros. O que virá pela frente é previsível, pior, mas ainda tem solução.

Nos objetivos da Constituição constam explicitamente:

“Defender a independência do judiciário e a igualdade de todos perante a lei.”

“Respeitar e proteger a dignidade humana, vida, liberdade e propriedade de todos.”

“Respeitar, promover e proteger a autodeterminação de grupos populacionais e povos.”

Não se recorda de haver lido isto? As elegantes frases são da Constituição de 1983, da África do Sul, que vigorou até 1994, durante o regime de Apartheid. Continued…

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Para enteder o petismo: divisão por identidade racial

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Para entender o petismo: ser “de raça” é superior a ser mestiço

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Para entender o petismo

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Para entender o petismo: Verwoerd e Lula

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Los jesuitas y los incas

El proyecto jesuita de unir a los españoles con la nobleza inca por matrimonio.

La Compañía de Jesús llegó al Virreinato del Perú casi al mismo tiempo que lo hizo el virrey Álvarez de Toledo, en ambos casos, con la venia del rey Felipe II. Desde su llegada los jesuitas entendieron que su misión era salvar las almas de los indígenas, aquellos que en su casi totalidad no tenían una noción del cristianismo.  Leer más aquí.

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Prohibido decir

O que é proibido falar na imprensa brasileira?
Tem gente que teve que fugir por dizer o que pensava?
Descubra nesta edição especial sobre o primeiro turno das eleições no Brasil.

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