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O racismo de Che Guevara

“Society is undergoing a silent revolution, which must be submitted to, and which takes no more notice of the human existences it breaks down than an earthquake regards the houses it subverts. The classes and the races, too weak to master the new conditions of life, must give way.”
Karl Marx (“Forced Emigration,” New York Daily Tribune, March 22, 1853)
“A sociedade está prestes a presenciar uma revolução silenciosa, a que deve ser submetida e da qual não deve haver notícia alguma acerca da realidade humana tal qual o terremoto faz com relação às casas, ante ao seu terrível poder de destruição. As classes e as raças, fracas demais para dominar as novas condições de vida, devem ser submetidas à dominação.” (MARX, 1853) (tradução nossa)
Em 1952, em comentários a propósito da população de origem africana na Venezuela, Guevara expressa o que pensa sobre “os negros”:
“Os negros, os mesmos magníficos exemplares da raça africana que mantiveram sua pureza racial graças ao pouco apego que têm ao banho, viram seu território invadido por um novo tipo de escravo: o português […] O desprezo e a pobreza os unem na luta cotidiana, mas o modo diferente de encarar a vida os separa completamente; o negro indolente e sonhador gasta seu dinheirinho em qualquer frivolidade ou diversão, ao passo que o europeu tem uma tradição de trabalho e de economia que o persegue até estas paragens da América e o leva a progredir”. (CASTAÑEDA, 2006, p.75; KALFON, 1998, p.87) O filme “Diários de Motocicleta” omitiu esta inconveniente observação do diário de Che Guevara.
Após chegar à Costa Rica, escreveu o que se segue: “Fiquei do lado de fora com Socorro, uma negrita [neguinha] que eu tinha arranjado, com 16 anos no lombo e mais puta do que uma galinha.” (ANDERSON, 1997, p.143)
Numa entrevista radiofônica concedida logo após o seu retorno a Havana, Che Guevara fornecia uma boa pista do que os negros e mulatos cubanos deveriam esperar do seu futuro na ilha. Um proeminente empresário cubano chamado Luis Pons, que por acaso era negro, perguntou, pois, a Che quais eram os planos da revolução para a população de cor. “Nós faremos por negros e mulatos exatamente o que eles fizeram pela revolução”, rebateu Guevara. “Ou seja: nada”. (FONTOVA, 2009, p.241)
Pedro Corzo no documentário “Anatomia de um mito” entrevista Miguel Sanchez, “El Coreano”, um dos que treinou a força expedicionária de Castro do Granma no México em 1956. Refere que “Che adorava diminuir um guerrilheiro cubano chamado Juan Almeida Bosque, que era negro. Ele sempre se referia a ele como ‘el negrito’. Almeida ficava possesso com Che, de modo que finalmente lhe disse: ‘Olha, Juan, quando Che te chamar de el negrito, chama-o de el chancho (o porco), porque o cara nunca toma banho’. Isto funcionou durante algum tempo, mas Che logo encontrou outras vítimas para seu racismo inato, desprezando todos ‘esses mexicanos, índios e iletrados’”.
Em fevereiro de 1963, tendo Che Guevara decidido a formar um foco guerrilheiro na Argentina, Alberto Castellanos afirma que o chefe da escolta – Harry Villegas, o Pombo – não foi chamado porque era negro, e o Che disse a todos: “Aonde vamos não existem negros”. (CASTAÑEDA, 2006, p.325) Castellanos contou que Guevara então lhe falou: “Está bem. Mas não vá se vestir de índio, porque você não é índio, e diga a Villegas que ele não pode ir com você porque é preto e para onde nós vamos não há pretos.” (ANDERSON, 1997, p.627)

“Society is undergoing a silent revolution, which must be submitted to, and which takes no more notice of the human existences it breaks down than an earthquake regards the houses it subverts. The classes and the races, too weak to master the new conditions of life, must give way.”

Karl Marx (“Forced Emigration,” New York Daily Tribune, March 22, 1853)

“A sociedade está prestes a presenciar uma revolução silenciosa, a que deve ser submetida e da qual não deve haver notícia alguma acerca da realidade humana tal qual o terremoto faz com relação às casas, ante ao seu terrível poder de destruição. As classes e as raças, fracas demais para dominar as novas condições de vida, devem ser submetidas à dominação.” (MARX, 1853) (tradução nossa)

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Em 1952, em comentários a propósito da população de origem africana na Venezuela, Guevara expressa o que pensa sobre “os negros”:

“Os negros, os mesmos magníficos exemplares da raça africana que mantiveram sua pureza racial graças ao pouco apego que têm ao banho, viram seu território invadido por um novo tipo de escravo: o português […] O desprezo e a pobreza os unem na luta cotidiana, mas o modo diferente de encarar a vida os separa completamente; o negro indolente e sonhador gasta seu dinheirinho em qualquer frivolidade ou diversão, ao passo que o europeu tem uma tradição de trabalho e de economia que o persegue até estas paragens da América e o leva a progredir”. (CASTAÑEDA, 2006, p.75; KALFON, 1998, p.87) O filme “Diários de Motocicleta” omitiu esta inconveniente observação do diário de Che Guevara.

Após chegar à Costa Rica, escreveu o que se segue: “Fiquei do lado de fora com Socorro, uma negrita [neguinha] que eu tinha arranjado, com 16 anos no lombo e mais puta do que uma galinha.” (ANDERSON, 1997, p.143)

Numa entrevista radiofônica concedida logo após o seu retorno a Havana, Che Guevara fornecia uma boa pista do que os negros e mulatos cubanos deveriam esperar do seu futuro na ilha. Um proeminente empresário cubano chamado Luis Pons, que por acaso era negro, perguntou, pois, a Che quais eram os planos da revolução para a população de cor. “Nós faremos por negros e mulatos exatamente o que eles fizeram pela revolução”, rebateu Guevara. “Ou seja: nada”. (FONTOVA, 2009, p.241)

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Pedro Corzo no documentário “Anatomia de um mito” entrevista Miguel Sanchez, “El Coreano”, um dos que treinou a força expedicionária de Castro do Granma no México em 1956. Refere que “Che adorava diminuir um guerrilheiro cubano chamado Juan Almeida Bosque, que era negro. Ele sempre se referia a ele como ‘el negrito’. Almeida ficava possesso com Che, de modo que finalmente lhe disse: ‘Olha, Juan, quando Che te chamar de el negrito, chama-o de el chancho (o porco), porque o cara nunca toma banho’. Isto funcionou durante algum tempo, mas Che logo encontrou outras vítimas para seu racismo inato, desprezando todos ‘esses mexicanos, índios e iletrados’”.

Em fevereiro de 1963, tendo Che Guevara decidido a formar um foco guerrilheiro na Argentina, Alberto Castellanos afirma que o chefe da escolta – Harry Villegas, o Pombo – não foi chamado porque era negro, e o Che disse a todos: “Aonde vamos não existem negros”. (CASTAÑEDA, 2006, p.325) Castellanos contou que Guevara então lhe falou: “Está bem. Mas não vá se vestir de índio, porque você não é índio, e diga a Villegas que ele não pode ir com você porque é preto e para onde nós vamos não há pretos.” (ANDERSON, 1997, p.627)

De O Verdadeiro Che Guevara, 26/12/2010.

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Posted in Comunismo, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Português.

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10 Responses

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  1. William says

    É tão legal ver as viuvinhas de Che reclamando. “Fora de contexto”! “Cadê as fontes?”!

    E isto sobre um cara que viveu assassinando por aí… Que tal escolher melhor seus ídolos? Ou melhor: que tal não ter ídolos? Melhor que fazer este papelão de ficar pagando de viúva de um facínora como Che.

  2. Karla says

    Divulgar frases soltas sem contexto faz da imagem de alguém aquilo que se quer. Manipulação é algo para os que possuem pouca argumentação. É necessário muito mais conhecimento histórico do que frase soltas e mal colocadas em contextos.

  3. Isaac says

    Che nunca foi racistas, foi por algum momento ou sempre foi? Pq foi lutar na África?

    • Leonardo says

      Para matar negros e defender as revoluções socialistas que tranformaram Angola e Moçambique em ditaduras comunistas miseráveis. A maior mortalidade infantil do planeta, num país riquíssimo em recursos como Angola. E Fidel enviou mais de 20 mil guerrilheiros e a URSS enviou os fuzis.

  4. Luiz says

    Descontextualizadas nada! Che Guevara era racista mesmo. Não só ele, Marx e Engels também. Os líderes comunistas apoiaram o racismo na África do Sul, aliaram-se a Hitler e ainda ficam querendo posar de anti-racistas nas suas propagandas demagógicas.

  5. Julio says

    Totalmente sem credibilidade esse texto. Sem fontes e frases descontextualizadas que em si não retratam necessariamente racismo.

  6. Castro says

    Cadê as fontes?

    • Leonardo says

      Fontes no texto? Antropólogos e de pessoas que conviveram com o Chê. Várias citações.

  7. Israel says

    Isso revela às pessoas que vivem idolatrando o Guevara e o Marx, que sua “causa” possui mais um elemento anti-humano o racismo, além de assassinatos, roubos, estupros, torturas etc, típicos de uma colonização…

  8. Julio Keveda says

    Che Guevara foi um tirano. Sorte teve o povo boliviano que se livrou dele antes que mais pessoas morressem.



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