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614 Responses

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  1. Leão says

    Gabriel,

    O NM defende a mestiçagem nacional e os mestiços. Eu, pessoalmente, sou contra a expulsão também de pessoas que se identificam como negras e que estão sob o risco de limpeza étnica pelo branco-indigenismo nas criações de territórios segregados para índios. Você tem informação de algum movimento negro que tenha se posicionado contra os bantustões petistas e contra a expulsão dos negros?

  2. Leão says

    O problema não está na Polícia Federal, o problema está sentado na cadeira de presidente da República. A Polícia Federal cumpre ordens e quem é responsável pela Polícia Federal é o Ministério da Justiça, o mesmo que é responsável pela Funai e que é submetido à presidente Dilma Rousseff, do PT.

  3. Leão says

    Marcia/Maria,

    Observastes como esta política está ocorrendo exatamente nesta época em que os pardos estão voltando a ser maioria, como eram no séc. XIX quando a ideologia do embranquecimento promoveu a migração de europeus para o Brasil? Veja o censo de 1872.
    Observastes como o PT está promovendo a vinda de imigrantes portugueses e espanhóis, propiciando o embranquecimento da classe alta e média do país, ou seja, dos setores com maior poder de influência política?
    Observastes que a presidente Dilma Rousseff enviou um PL com a finalidade de mudar o Estatuto do Estrangeiro para facilitar isto, inclusive privilegiando ricos?
    Já pesquisastes sobre a ECR-3?
    Já pesquisastes sobre o PL petista que cria ‘territórios brancos’?

    Por que será que não se encontra – ainda não encontrei – críticas a isso por parte da SEPPIR?

    A mestiçagem é um problema para os que desejam a manutenção de uma supremacia branca no país e o petismo, com o discurso da defesa de negros e índios, está implantando no Brasil o branco-indigenismo sul-africano, uma ideologia do pós-guerra criada exatamente com esta finalidade de combater a mestiçagem.

  4. Leão says

    Peter, exatamente – e com apoio de colaboradores internos.

  5. Leão says

    Marco,

    Eu não sou porta-voz do Nação Mestiça, por isso minhas opiniões são apenas minhas.

    A “monocultura latifundiária exportadora” não seria um problema se ela não fosse exportadora?

    O que você pensa sobre os possíveis interesses do agronegócio e da mineração de países europeus e dos EUA neste assunto?

    Sua preocupação é com os índios em si, enquanto seres humanos e nacionais, ou somente com as culturas índias?

    Centralizar a questão dos índios num conflito ‘índios x ruralistas’ é uma estratégia do branco-indigenismo no Brasil para evitar a questão dos mestiços o que, inclusive, é bom para certos grupos ruralistas – há ruralistas na base do governo petista – que também ficam incomodados com a questão mestiça.

    Também agrada ao petismo, pois reduz a questão à economia, seguindo a cartilha marxista.

    Eu, pessoalmente, sou a favor que o Brasil tenha uma agricultura poderosa, avançada, que beneficie todo o povo brasileiro, e não me parece que isto seja incompatível com a preservação da identidade étnica dos índios. Eu sou contra a mentalidade anti-nacional e entreguista do petismo e de certos ruralistas.

  6. Peter de Mambla says

    Este divisao e enfraquecemento do pais eh conducido por fora!

  7. Leão says

    Ninguém é obrigado a participar, mas é obrigado a tolerar. Eu não sou comunista, eu sou a favor de liberdade de expressão e religiosa. Se um ateu ou um crente quiserem manifestar a fé deles, problema nenhum. O máximo que se pode reclamar é se for barulhento – o que não foi o caso. Não vejo problema nenhum, p. ex., de alguém distribuir santinhos no ônbus.

    Como disse, há grupos minoritários elitistas, com ideologias intolerantes, porém, que querem impor o silêncio aos cristãos de lá e, como no Brasil, ficam buscando instrumentos do Estado para impor seus valoores à maioria do povo. O desejo deles é silenciar os cristãos para que só eles falem – como em Cuba, China, etc.

  8. Leão says

    Gabriel, você é branco?

    Para mim ela é branca, mas a minha opinião só serve para mim: se ela vai ser aceita como branca pelos brancos é uma questão dos brancos – não sou eu que vou decidir pelos brancos (não sou petista, não faço como o governo petista que se arvorou no direito de impor aos pardos a identidade negra).

    Quanto a quem é mestiço, cabe a nós mestiços brasileiros decidirmos quem pertence à nossa etnia ou não. Há material sobre isto neste site, se for do seu interesse pesquisar.

  9. Gabriel says

    Então se um mestiço não for de cor parda, mas de cor preta, branca ou amarela, ele não é mestiço? Não dá pra classificá-la como branca simplesmente por não ter a cor de pele parda. Mestiço pode ter qualquer aparência, inclusive aparentar não ser miscigenado.

  10. Gabriel says

    É cara… mas numa cerimônia de formatura ou qualquer outro evento onde TODOS estão participando de todas as etapas do evento/cerimônia, ninguém é obrigado a participar de uma oração, reza, gira, sessão espírita ou seja lá o que for. Por isso que em locais públicos, meios de transporte coletivo e etc manifestações religiosas deveriam ser proibidas. Como não dá pra agradar a todos é melhor não desagradar ninguém. Se alguém quiser professar sua fé que faça em sua casa e no local (templo, terreiro, centro, igreja…) adequado.

  11. Oiticica says

    VOCÊS DOIS ESTÃO DEFENDENDO APARTHEID ?

  12. Oiticica says

    ALGUÉM JÁ VIU MOVIMENTO NEGRO DEFENDER NEGRO EXPULSO PELA FUNAI?

  13. Oiticica says

    OS BRANCOS DA COLÔNIA SE MISTURARAM COM ÍNDIOS. ELA DEVE SER FILHA DE IMIGRANBTE.

  14. Marcia says

    Não me surpreende em nada o seu discurso, que é consequência da ideologia do branqueamento que ocorreu no Brasil a partir do século XIX, ou seja, quanto mais distante do gradiente étnico negro eu estiver, mais me aproximarei do gradiente étnico branco, que é mais valorizado e apreciado na nossa sociedade. Reconhecer-me negro pra que, em uma sociedade que não valoriza as características fenotípicas e trata a pessoa negra como inferior né?
    Sou filha de pai negro e mãe branca, as pessoas me consideram “parda” ou “mestiça” como você se refere. No entanto, quando eu estou com a minha mãe, é perceptível o preconceito que as pessoas possuem a respeito de eu ser filha de não ter nascido parecida com a minha mãe, que é branca. As pessoas só faltam falar: que pena, não?

  15. Oiticica says

    PARECE QUE O UIRAPURU NÃO CANTA MAIS…

  16. Maria says

    Seu discurso não me surpreende, pois é totalmente baseado na ideologia do branqueamento que o Brasil passou a partir do século XIX, ou seja, quanto mais longe do gradiente de cor negra eu estiver, mais me aproximarei do gradiente de cor branca, dessa forma, manterei os privilégios e os valores positivos associados aos brancos, me afastando dos valores negativos associados aos negros e até podendo ascender socialmente por conta disso.
    Sou filha de pai negro e mãe branca, não tenho a pele escura mas tenho outros fenótipos da raça negra, se forem perguntar para a maioria das pessoas elas me denominarão ”parda” ou “mestiça” como você se enquadra, quando estou ao lado da minha mãe é perceptível a discriminação que existe por eu não parecer com ela, as pessoas só faltam falar: que pena que você não parece com ela! Quer dizer que os pardos também não sofrem discriminação por serem descendentes de negros então?
    Esse movimento só contribui para o enfraquecimento de uma identidade positivamente afirmada da pessoa negra, isso sim. Identidade mestiça? Parei por aqui!

  17. Carlos Pereira says

    Religião é como o sal na comida mas também deve ser na medida certa, q.b., “quanto basta”, nem demais, nem de menos . Alguém confundiu atividades missionárias evangélicas, a serem feitas na Igreja, com atividades na Escola que é Pública. O que aconteceu não tem importância por si, não é um problema de violação de liberdade religiosa mas de falta de respeito e desobediência de comportamento numa ação pedagógica escolar. A César o que é de César. Amen!

  18. Marco says

    Movimento solidarismo ibero-americano defende os interesses anti-nacionais da monocultura latufundiária e da mineração privada disfarçados de nacionalismo.

  19. Gabriel says

    Então os negros devem fazer o que? Sentar aos sábados em frente a TV, ligar na Rede Globo e rir ao assistir comediante (mestiço por sinal) caracterizado de mulher negra, fazer chacota dos negros, tudo em nome de uma “convivência harmoniosa entre os povos”?

    No Brasil pretos e índios sempre sofrerão racismo. Como votar democraticamente a favor de qualquer medida em benefício de sua raça quando há 47,7% de brancos e 43,1% de mestiços para votarem contra?

    Ser apenas 7,6% e 0,4%, pretos e índios respectivamente, significa ser uma minoria e minoria significa ser perdedor.

    O Experimento Argentino funcionou por aqui no Brasil.

    1. Privar os pretos de direitos – deixando-os politicamente e economicamente impotentes;

    2. Eliminar sua raça da existência, criando uma massa de mestiços ou indivíduos de “pele clara” que não se identificam nem como brancos e nem como pretos, mas apenas como Brasileiros.

    No final os brancos irão continuar a ser uma minoria racial porém economicamente poderosa – como eles sempre foram por aqui. Eles vão ficar separados das necessidades e desejos dos outros grupos étnicos por um grande grupo de indivíduos mestiços que não tem nenhuma aliança com algum grupo racial em particular mas apenas com sua nacionalidade.

    Se o debate sobre racismo, graças ao movimento negro, não tivesse ressurgido nos últimos tempos, ninguém iria parar e se perguntar o motivo pelo qual, entre tantos mendigos pretos e mestiços que existem, porque o Mendigo Gato tinha que ser branco!!!

    Tomara que a MIss Bahia 2013, preta, seja coroada Miss Brasil. Seria ela a SEGUNDA Miss Brasil não-branca da história de um país majoritariamente mestiço?

    .

  20. Gabriel says

    Acho que não existe nenhuma ideia pois…

    “O Nação Mestiça, ou Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, é uma organização brasileira de mestiços que tem por objetivo defender os interesses desse segmento…”

  21. Marco says

    O problema não são os caboclos extrativistas ou pequenos agricultores ou criadores de rebanho que podem muito bem conviver com indígenas sem ameaçar a sobrevivência destes dentro da sua forma e organização social, mas os grileiros, expansionistas das monoculturas e mineradoras.

  22. Marco says

    Queria saber qual a idéia do movimento para defender as culturas indígenas territorializadas do avanço da monocultura latifundiária exportadora e da mineração ?

  23. Marco says

    Quando os brancos europeus invadiram o Brasil eles indenizaram os índios donos da terra ?

  24. Leão says

    Sr. joao.uirapuru,

    E sobre a limpeza étnica de mestiços que ocorrem quando criam terras exclusivas para indígenas? Qual a sua opinião?

  25. joao.uirapuru says

    AGRONOMÓIDES EMBRAMÓIDES são PESQUISOMÓIDES e CIENTISTOMÓIDES que tomaram ingeção de gasolina da CHEFMÓIDE da Casa Civil, a NAZIMÓIDE Gleice HoffMóide, mulher do Paulo BernarMóide do PTMÓIDE.
    EMPRAPAMÓIDES também são URBANÓIDES com CGM – Cerebro Genéticamente Modificados, formados “in vitro” nas Faculdades de Agronomia, onde ingeriram grandes doses de Herbicida Mata Tudo “Rondup”, fabricado pela Monsanto MONSANTÓIDE.
    Os NAZISMÓIDES da EMPRAPA já exterminavam ervas e plantas da bio-diversidade.
    Agora os NAZISMÓIDES EMBRAPAMÓIDES extermínam pessoas, participando de genocídio e limpesa étncia da Gleise Hoffmann contra tribos de Indios, no Brasil.

  26. Leão says

    Os brancos brasileiros vêem a senadora como branca? Para mim, que sou mestiço de cor parda, ela é branca.

  27. Leão says

    Não vejo problema nenhum em alguém manifestar sua fé, mesmo que eu não creia ou não concorde com uma palavra do que ele fala. Se alguém do candomblé, um budista ou um pentecostal quiser fazer uma oração numa cerimônia de formatura, não vejo problema nenhum.

    A lei deste Estado é que está sendo desrespeitosa com a cultura do povo e as liberdades individuais.

    O Estado existe para servir a Nação e não o contrário. Se uma religião faz parte de cultura de uma Nação, especialmente se for parte dos valores da maioria do povo, o Estado deve atender aos valores desta religião. O fato do dia de descanso semanal nos EUA e no Brasil, p. ex., ser o domingo – e não o sábado, a terça ou a sexta – ocorre por motivos religiosos.

    Nos EUA, diferentemente do Brasil, houve uma grande pluralidade de religiões de origem europeia, em sua maioria cristãs. A fim de evitar conflitos religiosos, firmou-se o respeito à liberdade de expressão: cada pessoa teria o direito de professar o que bem desejasse. As pessoas não seriam obrigadas a admirar ou respeitar os valores da religião alheia, mas seriam obrigadas a tolerar o direito do outro a seus valores. Isto assegurou tolerância inclusive aos ateus.

    Há grupos minoritários elitistas, com ideologias intolerantes, porém, que querem impor o silêncio aos cristãos de lá e, como no Brasil, ficam buscando instrumentos do Estado para impor seus valoores à maioria do povo.

  28. Leão says

    O indigenismo fragmentando a Bolívia cada vez mais em batustões. O que está ocorrendo na Bolívia aponta para o que pretendem fazer no Brasil.

  29. Gabriel says

    Achei desrespeitosa a atitude desse aluno. Ninguém é obrigado a participar de manifestações religiosas em locais públicos. Se ele fosse brasileiro ia ser o do tipo que iria desrespeitar a lei que proíbe manifestações religiosas nos trens e metros, perturbando a viajem de todos.

  30. Leão says

    Helio, concordo com o que disse em gênero, número e grau.
    É fundamental nós, mestiços, não aceitarmos esta situação e agirmos, inclusive por meio de artigos como este, do Jefferson.

  31. Helio says

    Parabéns, Jefferson! Vamos acordar, no mínimo, esses 45% de mestiços da população brasileira, que não perceberam que sua identidade foi eliminada pelo Estatuto da Igualdade Racial. A adulteração, efetivada pelo PT e pelo movimento negro, da realidade racial brasileira é imoral e inaceitável.

  32. Kinder Bekleidung says

    Deine Meinung kann ich überhaupt nicht teilen.

  33. Gabriel says

    Então o que importa e a auto-declaração associada a fenotípica?

  34. Paulo says

    Se ela é ou não branca “de verdade” não importa. Importa que ela se identifica como branca. Se o senador Paim, que é mulato mas não se assume, pode se identificar como negro, a senadora Kátia Abreu pode se identificar como branca.

  35. Gabriel says

    Não creio que esta senadora seja de fato branca.

  36. Klontic says

    CAI A MÁSCARA DESSE GOVERNO NEOLIBERAL. PARTIDO DO PATRÃO.

  37. brasil brasil says

    GOVERNO CANALHA. GRINGOS TRATZAM OS BRASILEIROS COMO MERDA NO TERRITORIO DELES. O ITAMARATY NÃO ASSEGURA PROTECAO NENHUMA PARA OS BRASILEIROS NO ESTRANGEIRO. TUDO É UMA FARSA. AGORA QUEREM TRATAR ESTRANGEIROS IGUAL AOS BRASILEIROS. FDP, OS BRASILEIROS SÃO DISCRIMINADOS NO BRASIL E NO ESTRANGEIROS. GOVERNO DE MERDA, INCOMPETENTES, VAGABUNDOS. FORA PT !

  38. Leão says

    Parabéns ao antropólogo Edward Luz. A Associação Brasileira de Antropologia tem sido não só silenciosa, mas propulsora da ideologia mestiçofóbica que tem orientado a política indigenista dos últimos governos brasileiros. Quando a ABA defendeu mestiços? Quando a ABA condenou teses que negam nossa etnia? Quando a ABA condenou teses e laudos antropológicos que consideram como indígena o que é parte de nossa cultura mestiça? Você não perdeu nada afastando-se da ABA, pois esta organização já mostrou a que serve.

  39. Leão says

    Informaçõs muito importantes. É preciso aprovar nestes municípios, e no Estado de Santa Catarina, lei reconhecendo a etnia mestiça, como as leis do Dia do Mestiço que já foram aprovadas no AM, RR e PB. Nós mestiços somos nativos e temos direito originário sobre a terra. http://nacaomestica.org/blog4/?p=2252 Quando a Funai expulsa mestiços – e outros não indígenas – ela está promovendo apartheid e limpeza étnica e isto é proibido pela Convenção Internacional Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, a qual, em seu art. III, estabelece que,

    “Os Estados Partes especialmente condenam a segregação racial e o apartheid e comprometem-se a proibir e a eliminar nos territórios sob sua jurisdição todas as práticas dessa natureza.”

    Caso desejem um modelo de projeto de lei, teremos prazer em fornecer.

  40. Moradora da Enseada de Brito says

    RESUMO DEMARCAÇÃO 2013.docxExibir online

    INST. NORMATIVA 02-2012.pdfBaixar

    INST. NORMATIVA 02-2012 PARTE2.pdfBaixar

    rESOLUÇÃO POSSUIDORES.pdfBaixar

    resolução possuidores parte 1.pdfBaixar

    mapa demarcação.pdfBaixar
    Baixar tudo como zip

    Prezados

    O material que segue anexo é de grande importância e servirá para esclarecer o que está acontecendo no Morro do Cavalos e nas Comunidade de Enseada de Brito, Maciambu Pequeno e Araçatuba.

    Alguns reflexos da demarcação:

    1) 60 famílias serão desalojadas, incluindo pescadores e maricultores, para dar lugar a índios de origem paraguaia,

    3) 4 mil pessoas ficarão sem água tendo em vista que a captação de água das comunidades está dentro da área demarcada;

    4) Os cortes de água atingirão a nossa produção de mariscos e ostras;

    5) Devido à insistência da FUNAI por um projeto com dois túneis a obra irá atrasar cada vez mais (obs.: eles pretendem desativar a via atual e causar um prejuízo de R$ 400.000.000,00 (quatrocentos milhões de reais) nos cofres públicos;

    6) No entorno de 10 km, segundo resolução do CONAMA, qualquer empreendimento em área considerada rural, necessitará da autorização da FUNAI.

    7) Exôdo indígena: índígenas de diversas regiões do país e de fora do país virão para a Enseada de Brito e região em busca da proximidade da capital.

    Estes são apenas alguns exemplos desta tragédia anunciada pela recente Resolução do dia 12/12/2012, expedida pela FUNAI.

    Obs.: Favor ler atentamente o art. 21 e seguintes da Instrução Normativa nº 2, que demonstra como será a expulsão dos não índios a partir de agora.

    O vídeo do link abaixo foi postado no blog do Procurador do Estado do RS – Rodinei Candeia – que conseguiu suspender o processo demarcatório da TI de Mato Preto no Rio Grande do Sul, que atinge o município de Erechim, entre outros.

    Neste vídeo, de poucos dias atrás, está demonstrado o que está ocorrendo no parque da Usina de Itaipu, na região de Guaíra – uma invasão de índios paraguaios… vale a pena assistir.

    http://www.rodineicandeia.com/2013/02/indios-paraguaios-invadem-area-de-itaipu.html

    Abaixo segue uma matéria publicada da Revista Veja de 2007 sobre o assunto:

    Brasil
    Made in Paraguai
    A Funai tenta demarcar área de Santa Catarina para
    índios paraguaios, enquanto os do Brasil morrem de fome

    José Edward, da Serra do Tabuleiro (SC)

    Fotos Hermes Bezerra e Luis Carlos

    À esquerda, embiás, que foram considerados carijós. À direita, um grupo de crianças caiabis, tribo que pode ganhar uma reserva para além dos poderes do deus Tupã

    VEJA TAMBÉM
    Nesta edição
    • Quadro: O vale-tudo da Funai
    Da internet
    • Antropo Watch

    No período do descobrimento, o litoral de Santa Catarina era habitado por índios carijós, subgrupo do povo guarani. Escravizada pelos colonizadores portugueses, a etnia foi considerada extinta em meados do século XVII, segundo os registros dos historiadores. Essa versão não foi contestada até 1993, quando a Fundação Nacional do Índio (Funai) adotou a tese – controvertida – de que ainda havia remanescentes dos carijós. A fundação se baseou num estudo publicado dois anos antes pela antropóloga Maria Inês Ladeira. Ela defende que alguns dos carijós teriam se refugiado no Paraguai, onde seriam chamados de embiás. Depois que o trabalho foi divulgado, dezenas de embiás paraguaios (e alguns argentinos) sentiram-se legitimados para invadir o parque ecológico da Serra do Tabuleiro, nas imediações de Florianópolis. Os índios se instalaram no Morro dos Cavalos, um dos pontos mais acidentados da região. Invasão consumada, a Funai planeja transformar o local em reserva indígena. Para brasileiro pagar e paraguaio (e argentino) usufruir.
    Muito escarpada, a região é considerada imprestável tanto para a agricultura quanto para moradia. Mas ganhou valor econômico porque o Morro dos Cavalos fica à margem da Rodovia BR-101, que atravessa a maior parte do litoral brasileiro e está sendo duplicada. A pista adicional cortará a área que a Funai quer converter em reserva para os embiás. Com base nisso, a fundação determinou que o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) construa túneis sob o Morro dos Cavalos para não incomodar os hermanos invasores. A obra foi orçada em 150 milhões de reais. Mais: por exigência da Funai, o Dnit terá de pagar uma indenização aos embiás. Ou seja, os paraguaios (e alguns argentinos) serão compensados já por uma reserva que ainda não foi criada. Como o território que a Funai pretende demarcar está dentro de um parque ecológico estadual, o processo acabou na Justiça. O Ministério Público catarinense tenta impugnar a demarcação. Na opinião de seus integrantes, Maria Inês Ladeira produziu uma fraude e a Funai embarcou nela. “Os carijós tinham características físicas e culturais distintas das dos embiás e estão extintos”, afirma o promotor José Eduardo Cardoso.
    Segundo o Ministério Público, Maria Inês empenhou-se para convencer a Funai de que os embiás são de origem carijó. Na seqüência, a fundação contratou Maria Inês para elaborar o relatório que instrui o processo de demarcação. O promotor Cardoso aponta falhas metodológicas no estudo que transubstanciou embiás paraguaios (e alguns argentinos) em carijós de ascendência brasileira. Segundo Cardoso, a antropóloga baseou a tese no depoimento de uma única família de paraguaios que chegou a Santa Catarina nos anos 60. Em um trecho do trabalho, ela chega a sugerir que alguns carijós teriam permanecido escondidos no Morro dos Cavalos desde o século XVII. Diz Manoel João de Souza, morador da região: “Acho que eles eram invisíveis. Estou aqui há 87 anos e só vi o primeiro índio nos anos 90″.

    Wilton Junior/AE

    Índios caiovás, em Mato Grosso do Sul: 47 crianças mortas de inanição

    Ao comentar o assunto, os embiás são de uma objetividade raramente atribuída ao pensamento indígena. “Os antropólogos nos incentivaram a vir para cá, dizendo que a terra era nossa”, afirma o paraguaio Augusto Karai Tataendy, que se mudou para o local em 1992. Eles, no entanto, decidiram deixar a Serra do Tabuleiro mesmo que a reserva seja demarcada. Querem usar a indenização do Dnit para recomeçar a vida em um lugar menos inóspito do que o Morro dos Cavalos. “Vamos pegar o dinheiro para comprar terras em outro lugar. Aqui não dá para viver”, diz o cacique argentino Artur Benites. Atualmente, os hermanos vivem dos repasses do Bolsa Família. Foi por um triz que não receberam a bolada do Dnit em 2005. O departamento estava prestes a começar a duplicação da estrada e, por conseqüência, a liberar as indenizações, quando o Tribunal de Contas da União (TCU) declarou que a tese de Maria Inês era inconsistente. Procurada por VEJA para explicar seu estudo, a antropóloga enviou uma correspondência na qual esmiúça as leis e os procedimentos burocráticos da Funai, mas deixa de lado as incongruências históricas e antropológicas apontadas pelos promotores e pelo TCU.
    Nos últimos vinte anos, a Funai se converteu numa indústria de reservas. O número de áreas demarcadas saltou de 210 para 611. As aberrações na delimitação de terras para índios são corriqueiras. No Espírito Santo, a fundação classificou moradores de Aracruz de tupiniquins, uma etnia extinta há um século. Para tal, desconsiderou um relatório elaborado por funcionários seus em 1982 que apontava sinais de fraude nesse processo. O documento mostrava como os tais tupiniquins foram inventados por um jornalista e por missionários católicos: “Habitantes da região foram pagos para colocar enfeites de pena na cabeça, usar anzóis adornados à moda indígena e afirmar que moravam em aldeias”, registra o relatório. Em outro caso grotesco, a Funai tentou decuplicar uma reserva caiabi do Centro-Oeste do país. A Justiça bloqueou a ampliação porque o presidente da Funai, Mércio Gomes, incitou os índios a invadir a região.
    Imbuída de um voraz espírito demarcatório, a Funai é leniente com os índios que vivem em reservas antigas. O exemplo mais eloqüente do fracasso da política indigenista está em Mato Grosso do Sul. As reservas dadas aos caiovás e nhandevas do estado são um cenário de horrores. Nelas, 30.000 índios moram confinados em 40.000 hectares. Nas aldeias, imperam a prostituição, o alcoolismo e, sobretudo, a fome. Desde 2005, 47 crianças caiovás morreram de desnutrição. Neste ano, já houve seis casos. A degradação é tamanha que, por ano, registram-se sessenta casos de suicídio nessas comunidades. O último ocorreu na semana passada. O sociólogo Carlos Siqueira, que chefiou o setor de indigenismo da Funai entre 1997 e 1998, não tem dúvida de que a fundação precisa sofrer uma intervenção. “A Funai está sendo regida pelos interesses dos antropólogos e das ONGs, e não pelos dos índios”, afirma Siqueira.
    Edição 1999
    14 de março de 2007

    E HOJE ESTAMOS VIVENDO MOMENTO DE AFLIÇÃO POIS A 1 CARTA DE NOTIFICAÇÃO CHEGOU .

  41. Leão says

    É uma questão étnica, não é racial. Duas pessoas podem ser brancas, ou mestiças, ou pretas, mas serem de etnias diversas. A nota refere-se à expulsão da etnia mestiça brasileira (originada há mais de 500 anos da mestiçagem entre as etnias indígenas, portugueses e outras etnias) para a criação de terras exclusivas para etnia indígena.

  42. SALOMÃO SOUSA CARVALHO says

    DEVEMOS SABER QUE NÃO EXISTE EM MISCIGENAÇÃO SOMENTE BRANCOS,PARDOS E NEGROS ,EXISTEM TÃO GRANDE CLASSIFICAÇÃO ETNICA QUANTO O NUMERO DE HABIATANTES NA TERRA,NÃO SÓ QUE EXISTE MAS,TAMBEM,OS QUE EXISTIRAM…EU SOU MORENO NATO E QUEM VAI SE CONHECER DE MIM MELHOR QUE EU MESMO?NINGUEM.

  43. Leão says

    Grato pelas observações, Ary.
    Colocamos um link para a primeira parte do artigo.
    Leão

  44. Ary Txay says

    Tomara que localize o artigo I. Artigo didático e de grande valor para nossas reflexões.
    Ary txay (Salvador-Ba)

  45. LLena says

    Nada a ver com o que eu queria saber

  46. Cleton says

    nação = família

    só é possível se identificar com aqueles q têm o mesmo sangue…

  47. Gabriel says

    Ué!!! O Brasil não é pluriétnico não?

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