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MTV ataca mestiçagem brasileira

MTV Decoder.

Programa MTV Decoder extravasa preconceito e revolta contra mestiços latino-americanos porque preto é preto, pardo é pardo e pau-mandado é pau-mandado.

“Por que os pretos no Brasil ficariam chateados com uma mulher preta ganhando um concurso de beleza?”, acusa a  ativista Franchesca Ramsey, apresentadora do programa MTV Decoder.

Com uma sinceridade digna do ex-presidente Barack “Cureta” Obama chorando por crianças assassinadas, a ativista de movimento preto frisa: “Hoje estamos tratando de um modo de discriminação que atinge predominantemente pessoas de cor. Você pode estar surpreso em ouvir isto de mim, mas este episódio não é sobre racismo. Eu estou falando sobre ‘colorismo'”.

“Colorismo não é sinônimo de racismo”, tranquiliza, para em seguida sentar o porrete, “É uma forma de discriminação baseada na cor da pele”.

Até aí o espectador poderia ficar na dúvida se  discriminar pessoas pela cor da pele não seria racismo para os ativistas dos movimentos (trans)pretos dos EUA.

“Antes de você curtir, espere, isto não parece com a definição literal de racismo? Segure suas construções sociais, porque nós vamos bater um pouco mais embaixo”, disse a “anglo-saxã of color” passando o bastão a um “latino of color” especialmente convidado para ajudá-la na demolição dos mestiços.

Sipaios, Pai Tomás, com o dinheiro dos Soros da vida, gente que negocia identidade passou a ser muito comum. Aqui no Brasil este tipo de gente é conhecida como capitães-do-mato, os caçadores de escravos pretos e mestiços fugidos, muitos deles tão mestiços ou pretos quanto os fugitivos.

“Às vezes distinguir colorismo e racismo pode ser complicado, particularmente em comunidades da América Latina”, comenta o “Latinx”.

Para ele os colonizadores espanhóis adotavam ideologia de gênero, introduziram o racismo no continente e mestiço é raça.

O pau é mandado primeiro contra os mestiços porto-riquenhos, que fariam “passing” para brancos mas não pra preto.

Depois é a vez dos brasileiros: acusa os “pretos” de terem sido racistas contra uma Globeleza por esta ser mais escura que as anteriores. Para registro, a dançarina da Globo era antes chamada de Mulata Globeleza, mas esta palavra mulato foi expulsa da novilingua pretista.

A mestiçagem é um obstáculo ao projeto globalista na América Latina, pois homogeneização dificulta a implantação do multiculturalismo. Associar mestiçagem a racismo e classificar mestiços como pretos ou negros são meios usados pelos multiculturalistas; grupos dos EUA e a União Européia são os principais irradiadores.

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