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Poder branco: Herdeira de banqueiro faz vaquinha para Lula

Lula e Roberta Luchsinger (esq.); Friedrich Engels, Karl Marx e membros de suas famílias, século XIX (dir.). O Comunismo é um movimento testa de ferro desde sua origem.

“Herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, Roberta Luchsinger, 32, decidiu lançar um movimento de apoio financeiro ao ex-presidente, que teve quase R$ 10 milhões em planos de previdência e contas bancárias bloqueados a pedido do juiz Sergio Moro.

“A neta do suíço Peter Paul Arnold Luchsinger abriu o bolso, o closet e o cofre para fazer uma doação pessoal ao petista no valor de cerca de R$ 500 mil em dinheiro, joias e objetos de valor.”

É o que afirma a colunista Eliane Trindade, em artigo no jornal Folha de São Paulo.

“A herdeira bilionária recheou uma mala da marca Rimowa de objetos que o ex-presidente poderá transformar em dinheiro.

“Entre eles, um relógio Rolex (R$ 100 mil) e um anel de diamantes da joalheira Emar Batalha (R$ 145 mil), que enfeitou um editorial da revista ‘Vogue’. ‘Lula vai poder penhorar tudo’, sugere a doadora.

“Na mala que será entregue pessoalmente nos próximos dias, em data que está sendo negociada com o ex-ministro Gilberto Carvalho, há ainda objetos de desejo de blogueiras e ‘it girls’: uma bolsa Chanel (R$ 32 mil), um par de sandálias Christian Louboutin (R$ 3 mil) e um vestido Dolce & Gabbana (R$ 30 mil).”

Também informa a colunista que,

“Dona de uma agenda de contatos políticos de todos os matizes ideológicos, Roberta pretende se lançar candidata a deputada estadual na eleição de 2018 pelo PCdoB (Partido Comunista do Brasil).

“Ela se filiou ao partido ao se casar em 2009 com Protógenes Queiroz. Ex-deputado pela legenda, ele hoje se encontra em asilo político na Suíça para escapar da prisão após ser condenado por violação do sigilo no comando da Operação Satiagraha.

“Divorciada há dois anos do ex-delegado que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, ela continua militando no PCdoB.

“‘Roberta tem personalidade própria, é progressista e provém de um segmento social pouco usual no nosso partido. É muito bem-vinda neste momento em que buscamos renovação e queremos trazer pessoas de bem para a política’, afirma Walter Sorrentino, vice-presidente do PCdoB.”

A testa de ferro do Comunismo

O movimento comunista busca passar a imagem de ser o legítimo representante da ‘classe trabalhadora’ contra a ‘elite capitalista’ e, especialmente nas últimas décadas, posar como insuspeito lutador contra o racismo.

A história, porém, mostra que o movimento comunista foi concebido, criado e financiado desde sua origem, no séc. XIX, por milionários brancos racistas, eugenistas e anti-cristãos, no que não diferem de outros magnatas brancos da Europa e das Américas que atualmente patrocinam ou empregam, através de suas ONGs globalistas e multiculturalistas, um número enorme de intelectuais, pseudo-intelectuais e assemelhados para escreverem contra soberania nacional, família cristã e mestiçagem e a favor do abortismo, pedofilia, segregação racial e étnica, imigrantismo, o mito do aquecimento global, feminismo, islamização e o que mais for conveniente aos patrões “progressistas”.

Karl Marx era casado com a baronesa alemã Johanna Bertha Julie von Westphalen.  Após presidir em seus tempos de universitário uma associação de social-etilistas, o pai do Comunismo se sustentou escrevendo livros e artigos sob o pagamento e patrocínio do magnata prussiano Friedrich Engels, poderoso industrial e “explorador capitalista” de milhares de trabalhadores da indústria têxtil. Compartilhavam também um explícito elitismo e racismo registrado em textos e cartas.

A aversão da elite branca comunista brasileira a mestiçagem não se dá por acaso.

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