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Estudantes esquerdistas querem proibir entrada de brancos em centro universitário nos Estados Unidos

Estudantes esquerdistas da Universidade de Michigan decidiram que as pessoas brancas precisam ser excluídas de certas áreas do campus. O grupo, denominado “Students4Justice”, está exigindo que os funcionários do campus lhes forneçam “um espaço designado permanente no campus central para estudantes pretos e de cor para organizarem e fazerem trabalho de justiça social”.

A demanda é uma das vários apresentadas pelo grupo, que este mês intensificou manifestações tentando derrubar os administradores do campus.

A demanda por um espaço segregado para estudantes “pretos e de cor” ocorre num momento em que a universidade pública constrói um centro de US$ 10 milhões para estudantes pretos e outros no centro do campus.

O novo centro da Universidade de Michigan é considerado “multicultural” e aberto a todos os estudantes, mas está em construção sob o comando de um grupo de estudantes chamado Being Black (Sendo Preto, em tradução livre), cujos membros reclamaram que os alunos pretos estariam sendo marginalizados porque o centro multicultural original que eles usam estaria localizado na periferia do campus.

Em suas demandas, os alunos explicam porque o novo centro multicultural de estudantes não seria suficiente:

“Porque queremos um espaço dedicado exclusivamente à organização comunitária e trabalho de justiça social especificamente para pessoas de cor”.

“Queremos documentação sobre o ativismo estudantil passado, atual e futuro, e este deve ser um espaço permanente com pessoal e recursos para que os alunos organizem e compartilhem recursos”, afirma uma carta com exigências.

As demandas chamaram a atenção da Michigan Review, uma revista de notícias estudantis que primeiro relatou a questão – e criticou-a.

“A mesma organização que critica a Universidade por não ter criado ‘um ambiente que se envolva na diversidade, na equidade e na inclusão’ está convidando a Universidade a minar esses ideais facilitando uma espécie de segregação de fato? Um onde o espaço e os recursos são designados para os alunos com base apenas na cor da sua pele?”, escreveu o Review.

“Advogar os ideais de diversidade, eqüidade e inclusão, ao mesmo tempo em que se pede à Universidade que sancione esses espaços no campus é desprovido de princípios e risivelmente regressivo”, acrescentou.

As exigências foram apresentadas pela primeira vez no último outono, mas uma versão atualizada foi entregue aos administradores no final de janeiro, após uma série de incidentes considerados racistas pelos esquerdistas.

No Brasil

Em 2006, durante o governo do ex-presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), uma legenda multiculturalista formada por brancos e pretos contrária a mestiçagem, a Universidade de Brasília construiu o Centro de Convivência Negra (CCN), destinado exclusivamente a estudantes “negros”. O governo petista também expulsou brancos e mestiços de bantustões criados exclusivamente para pessoas de raça índia.

Com informações de The College Fix, 23/02/2017.

 

Posted in Comunismo, Multiculturalismo, Português, Pretismo | Negrismo.


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