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O Sínodo da família e as paixões de ignomínia

Todo católico deveria detestar abordar questões que São Paulo não queria nem sequer que fossem mencionadas entre os cristãos:

Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos muito amados, e andai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós a Deus, como oferenda e hóstia de suave odor. Nem sequer se nomeie entre vós a fornicação ou qualquer impureza ou avareza, como convém a santos…” (Efésios 5, 1-3).

Enquanto o grande Apóstolo formava em seus discípulos a outros Cristos, não podia admitir que houvesse ainda entre eles escravos das paixões carnais e do espírito de concupiscência:

Com efeito, sabei-o bem, nenhum fornicador ou impudico ou avaro, o qual é um idólatra, terá herança no reino de Cristo e de Deus” (ibidem, 5, 5).

No entanto, o mundo contemporâneo há muito retornou às perversões mais infamantes, esquecendo-se do destino reservado a Sodoma e Gomorra (1). Assim como a pederastia, a bestialidade e muitas outras perversões sexuais se alastram nas sociedades modernas, ao mesmo tempo diminuem o pudor, a fidelidade, a abstinência e todas as virtudes capazes de aplacar a concupiscência.

Continua em FSSPX.

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