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Feministas querem banir mulatas do Carnaval brasileiro

O feminismo é um movimento criado por brancos esquerdistas.

Um movimento esquerdista pretende excluir músicas populares do Carnaval brasileiro de 2017 no Rio de Janeiro. Entraram na lista da festa mestiça clássicos como Maria Sapatão, Cabeleira do Zezé, Índio Quer Apito e O Teu Cabelo Não Nega. Referência a mulatas é um dos critérios usados para a censura. Suprimir termos referentes a mestiçagem é um método de eliminação étnica do Povo Mestiço adotado por petistas e outros partidos comunistas no Brasil. 

Segundo informações do jornal O Globo, há pelo menos três blocos defendendo que essas marchinhas sejam banidas.

“Se a gente é um bloco feminista, não temos como passar ao largo dessas coisas. Se isso está sendo considerado ofensivo, acho que a gente não deve fazer coro”, disse uma das organizadoras de um bloco com o sugestivo nome de Mulheres Rodadas, em entrevista à rádio CBN.

Ela também afirmou que o termo “mulata” fez o bloco retirar de sua playlist a música Tropicália, de Caetano Veloso:

“A gente tocava Tropicália, do Caetano Veloso. Agora, com toda a onda desse questionamento, principalmente, em função da palavra mulata, a gente está discutindo e vamos decidir se continuaremos tocando essa música ou não”, afirmou.

O feminismo é um movimento criado por socialistas brancos europeus, no séc. XIX.  Defende a promoção do abortismo, que tem entre seus principais alvos a redução da natalidade de mulheres mestiças. No Brasil, faz parte da política do Partido dos Trabalhadores (PT).

A origem da palavra mulata é desconhecida, mas seu uso tem sido sistematicamente combatido por movimentos negristas como forma de constranger os mulatos a se identificarem como negros – palavra que significa escravo originalmente.

A decisão, porém, não é unânime, e alguns blocos fazem questão de manter as músicas no repertório. É o que afirma Rita Fernandes, presidente da Sebastiana, associação que representa 11 blocos do Rio:

“Nenhum bloco da Sebastiana está tirando marchinha do repertório. Os blocos acham que as marchinhas são antigas, tradicionais e tinham um contexto, sem ter preconceito. Foram criadas numa determinada época. A vida fica muito sem graça se tudo tiver que ser enquadrado, perdendo a leveza e a brincadeira, que são a essência do carnaval.

O Carnaval brasileiro originou-se do entrudo, comemoração trazida pelos colonizadores portugueses que no Brasil sincretizou-se com ritmos índios e africanos.

Reescrito a partir de O Estado de São Paulo, 31/01/2017.

Posted in Mestiçofobia | Desmestiçagem, Português.

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