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Temer quer escancarar o Brasil à imigração

Michel Temer, filho de imigrantes libaneses, quer promover a vinda de mais imigrantes para o Brasil.

Aproveitando a guinada nacionalista nos EUA e Reino Unido, o presidente Michel Temer (PMDB) coloca a coleira e acelera a integração entre Mercosul e União Européia, o que implica, além de acordos comerciais, escancarar o Brasil à imigração desenfreada e repressão contra reações nacionais. Com este objetivo, um projeto de lei pretende instituir uma nova legislação que favorece imigração e dificulta expulsar ilegais e criminosos.

Governo acelera negociações entre Mercosul e União Europeia

Ministro Marcos Pereira, do MDIC, participou de conversas com a comissária de Comércio da UE e com a chanceler argentina no Fórum Econômico Mundial, em Davos

O Fórum Econômico Mundial, realizado semana passada em Davos, na Suíça, serviu como palco para o governo brasileiro avançar nas negociações de acordos entre os blocos comerciais do Mercosul e da União Europeia. Segundo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, os dois grupos estão otimistas sobre as discussões realizadas e a possibilidade de novos negócios.

Em Davos, o ministro conversou com a comissária de Comércio da União Europeia (UE), Cecilia Malmström, e com a chanceler argentina, Susana Malcorra. A ministra do país vizinho e Marcos Pereira decidiram avançar o máximo nas negociações com a União Europeia.

“Nós estamos negociando um acordo bilateral de comércio entre o Mercosul e a União Europeia, e nós pudemos ver que há um otimismo por parte da União Europeia e também evidentemente do Mercosul”, disse Pereira, em entrevista ao Portal Planalto. Ontem (26), ele fez um relato das conversas ao presidente da República, Michel Temer.

Pereira adiantou que, em Davos, houve a conclusão do diálogo inicial entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), região de livre comércio da Europa que não faz parte da União Europeia. “Agora vamos começar com as discussões e as negociações de livre comércio, a partir de março agora, também com Mercosul e EFTA”, afirmou.

As negociações entre os dois blocos para um acordo de livre comércio foram iniciadas em 1999, interrompidas em 2004 e relançadas em 2010. A associação entre as regiões envolve bens, serviços, investimentos e compras governamentais.

No primeiro semestre de 2016, os blocos trocaram ofertas tarifárias para continuar a negociar o acordo. A meta é reduzir impostos alfandegários, remover barreiras ao comércio de serviços e aprimorar as regras relacionadas a compras governamentais, procedimentos alfandegários, barreiras técnicas ao comércio e proteção à propriedade intelectual.

Fonte: Portal Planalto, 27/01/2017.

Posted in Imigrantismo, Mestiçofobia | Desmestiçagem.


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