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Por que as mulheres não podiam votar

Emmeline Pankhurst.

Antigamente, apenas pessoas alfabetizadas, donos de terras ou com renda alta podiam votar. Como a maioria das pessoas não eram alfabetizadas e tampouco tinham alta renda, o voto era algo para poucos membros da sociedade.

Porém, houve uma época em que mulheres, em específico, em diversos países, não tinham a permissão para votar, enquanto os homens tinham.

Por que?

Bem, as feministas tem nos contado que é por causa do “patriarcado”. Que os homens se colocavam como superiores e oprimiam as mulheres. E só.

Essa que é a versão que seu professor te contou na escola. Essa é a versão que a mídia nos passa. Essa é a versão que o governo defende. Essa é a versão dominante. A versão feminista. A versão que não reflete a realidade.

Há algo que toda essa gente têm escondido de você. Por má-fé, por ideologia, ou simplesmente por falta de conhecimento.

Antigamente, mulheres não votavam por um simples motivo. Qual era ele? Igualdade. Aqueles que lutavam pela igualdade entre os generos na época afirmavam algo assim: “As mulheres podem sim ter os direitos que os homens possuem. DESDE que elas assumam os mesmos deveres que os homens assumem.”

Soa justo, e como uma verdadeira igualdade, não? Óbvio que sim. Essa é, de fato, a verdadeira igualdade. Antigamente isso era levado a sério. Direitos iguais? Tudo bem! Deveres iguais então.

Pois bem, as mulheres não tinham o direito de votar porque elas não tinham o dever de ir para a guerra. Não precisavam passar pelo alistamento militar obrigatório. E essa é uma parte da história que feministas escondem de você.

Boa parte das mulheres eram CONTRA o voto feminino, com medo que isso lhes trouxesse a obrigação de ir para as guerras.

Porém, com o tempo, foi concedido às mulheres o direito ao voto sem o dever militar. Ou seja, as mulheres obtiveram um PRIVILÉGIO em relação aos homens.

Até hoje os homens não alcançaram esta igualdade com as mulheres. Para ter o direito ao voto em nosso país, por exemplo, o homem maior de 18 anos deve apresentar o certificado do alistamento militar obrigatório para obter seu título de eleitor. Se o homem quer votar, precisa cumprir seu dever e estar preparado para dar sua vida em uma eventual guerra para proteger seu país. As mulheres não têm esse dever.

E as feministas de antigamente sabiam muito bem dessa relação entre dever militar e direito ao voto. E essa é a segunda parte da história que as atuais feministas escondem de você.

As feministas EXIGIAM que os homens fossem para as guerras e ficassem lá ATÉ A MORTE. Elas alegavam que esse era o mínimo que eles, como homens, tinham que fazer, já que os homens tinham o direito ao voto que elas, mulheres, não tinham. Nem os meninos de 10, 11 ou 12 anos que iam para a guerra elas poupavam.

No Reino Unido, feministas como Emily Pankhurst entregavam plumas brancas como símbolo de COVARDIA para homens mutilados e meninos que voltavam das guerras. Ao entregar as plumas, elas diziam para eles que eram covardes por não terem ficado até a morte.

Já outras sufragistas tentavam demonstrar que elas também poderiam participar de atividades militares. Um exemplo disso foi a fundadora do Partido Republicano Feminino aqui no Brasil. Leolinda de Figueiredo Daltro, a fundadora, em 1917, antes mesmo do direito ao voto ter ocorrido, fazia TREINAMENTO MILITAR em plena praça pública com mulheres.

Por que ela fazia isso? Porque ela sabia da relação entre o voto e o dever militar. Ela realmente desejava o direito ao voto e queria demonstrar que as mulheres também poderiam ir para guerras. Mas as mulheres em geral desejavam evitar esta segunda parte.

Como foi resolvida toda essa questão?

No fim, os homens decidiram presentear e ceder o direito ao voto para as mulheres sem o dever militar. Foi dado às mulheres uma posição que os próprios homens, até hoje, não possuem.

Essa é a história que as feministas decidiram esconder de você.

De Resistência Anti-Marxista Feminista.

Posted in Português.


One Response

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  1. Júlio says

    Sem nenhuma fonte não rola, né, fera?



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