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Relatora da ONU defende apartheid no Brasil

O site da ONU, Nações Unidas Brasil, afirmou que a relatora especial da ONU para os Direitos dos Povos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, “lamentou o que chamou de ‘ausência de progresso’ na proteção dos direitos dos povos indígenas no país”. As declarações da ativista indígena filipina constam em um relatório do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, enviado à Assembleia Geral. A ONU tem promovido limpeza étnica de nativos mestiços do Brasil para a criação de bantustões exclusivos para nativos de raça índia.

Segundo o site da ONU, a relatora é uma líder indígena do povo Kankana-ey Igorot da Região da Cordillera nas Filipinas.

Relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, durante reunião em Genebra em março deste ano. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, durante reunião em Genebra em março deste ano. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré

Conforme a página da organização internacional, as observações feitas pela “especialista” constam em relatório resumido enviado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, à Assembleia Geral. O relatório completo deverá ser enviado até o fim deste mês ao Conselho de Direitos Humanos. 

O documento silencia completamente sobre as mortes de mestiços provocadas pela segregação racial e étnica implantada no Brasil – com o apoio de ONGs indigenistas globalistas, multiculturalistas, grupos neoliberais e de esquerda, e governos como o da Alemanha, Noruega e Estados Unidos. Segundo o texto, o país não deve subestimar os riscos de “efeitos etnocidas” para os povos índios. A relatora também lamentou que, desde sua visita em março deste ano ao país, assassinatos e expulsões violentas dos povos Guarani Kaiowá, no Mato Grosso, continuem ocorrendo.

Em março, a relatora já havia divulgado comunicado final sobre a visita, no qual defendeu um aumento de esforço na implantação da segregação étnica e apontando “uma tendência que continuará a se agravar caso o país não tome medidas imediatas como proteger a segurança de líderes indígenas, concluir investigações sobre assassinatos e redobrar os esforços para superar o impasse relativo a demarcações de terras”.

Victoria Tauli-Corpuz fez uma visita de dez dias ao país em março a convite do governo da ex-presidente branca Dilma Roussef, do Partido dos Trabalhadores (PT), demitida em agosto por um processo de impeachment. O PT defende que não existe povo mestiço e durantes seus governos aprovou legislação que impõe aos mestiços a identidade racial ‘negra’. A visita da ativista indigenista visaria identificar os principais “problemas enfrentados pelos povos indígenas no Brasil” e acompanhar o cumprimento das recomendações feitas em 2008 por seu predecessor James Anaya.

“Em termos gerais, minha primeira impressão (…) é de que o Brasil possui uma série de disposições constitucionais exemplares em relação aos direitos dos povos indígenas”, declarou a relatora, fazendo referência às normas segregacionistas e antimestiças que ativistas indigenistas, em sua maioria brancos e de esquerda, conseguiram colocar na Constituição brasileira.

“Entretanto, nos oito anos que se seguiram à visita de meu predecessor, há uma inquietante ausência de avanços na solução de antigas questões”, disse ela, completando que “houve retrocessos extremamente preocupantes” na proteção, segundo diz o site da ONU, dos direitos dos povos índios.

Referindo-se à  Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2015 elaborada na Câmara dos Deputados que transfere do Executivo para o Legislativo a palavra final sobre a demarcação de terras – atualmente um monopólio de indigenistas –  a relatora indigenista da ONU afirma que “solapa os direitos dos povos indígenas a terras, territórios e recursos”.

No estilo da propaganda indigenista local, a relatora criticou a interrupção dos processos de demarcação, incluindo 20 “terras indígenas” pendentes de homologação pela Presidência da República (de onde os indigenistas desejam expulsar milhares de famílias mestiças, em sua absoluta maioria populações rurais pobres descendentes dos índios originais), e os alegados efeitos negativos dos projetos em “territórios indígenas” ou perto deles.

Contra a mestiçagem

No Brasil e na maioria dos países da América Latina a mestiçagem – a unificação étnica e racial de diversos povos distintos – é elemento fundamental da identidade nacional. Enquanto na Europa e nos EUA grupos multiculturalistas promovem miscigenação, na América Latina os mesmos grupos atacam a miscigenação a fim de promovem segregação étnica e racial com a finalidade de dividir o povo.

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