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Merkel financia bantustões no Brasil

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Contrastando com sua política de escancaramento da Europa à imigração desordenada, o governo neoliberal de Angela Merkel firmou parceria com o governo comunista de Dilma Rousseff para gestão de bantustões no Brasil a fim de combater “invasões ilegais”… de brasileiros. O governo alemão é um dos principais financiadores da política antimestiça dos governos de esquerda no Brasil e em outros países da América Latina.

Na sexta-feira (29/04), a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o órgão do governo brasileiro responsável pela sua política de apartheid indigenista, assinou com a agência de cooperação KFW, pertencente ao governo da Alemanha, um termo de cooperação para o desenvolvimento de ações de “proteção e gestão territorial e ambiental” de bantustões no sul do Estado do Amazonas e no norte do Estado do Maranhão. O ato ocorreu durante reunião do Conselho Nacional de Política Indigenista, no Ministério da Justiça. O termo de cooperação foi assinado pelo presidente da FUNAI, João Pedro Gonçalves da Costa, ex-senador do Partido dos Trabalhadores (PT-AM), o partido de Dilma Rousseff, que governa o Brasil. O PT defende a eliminação étnica dos mestiços e sua assimilação dentro raças, o que remete às leis de Nuremberg nazistas contra os ‘mischlinge’ (miscigenados).

Gráfico de 1935 mostra a classificação racial sob as Leis de Nuremberg. O nazismo não reconhecia os ‘Mischlinge’ (miscigenados) como uma identidade própria, sendo classificados como arianos ou judeus. Leis brasileiras, aprovadas pelo governo branco comunista, também não reconhece uma etnia ou identidade racial mestiça: os brasileiros são necessariamente classificados como brancos, índios, negros ou amarelos.

O aporte será de 8 milhões de euros por parte da KFW com uma contrapartida de 800 mil euros pela FUNAI, no âmbito da execução do projeto “Proteção e Gestão Sustentável em Terras Indígenas”. O início das ações está previsto para o ano de 2017.

“Desenvolvimento separado”

A “Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI)” foi instituída por meio de decreto da presidente branca Dilma Rousseff no ano de 2012, recuperando a ideologia de “desenvolvimento separado” do regime de apartheid sul-africano.

Dentro dessa, o projeto “Proteção e Gestão Sustentável em Terras Indígenas”, segundo a FUNAI, busca apoiar a execução dos objetivos da PNGATI de “proteção territorial e dos recursos naturais” e “uso sustentável de recursos naturais e iniciativas produtivas indígenas”.

Bantustões contra “imigrantes” brasileiros

Os bantustões do projeto estão localizadas no sul do Amazonas e no norte do Maranhão. Segundo o governo brasileiro, estas áreas sofreriam “diversos tipos de invasões ilegais”.

O projeto, porém, teria “como objetivo central a contribuição para a proteção e o uso sustentável das florestas tropicais brasileiras a partir do aprimoramento da gestão sustentável de terras indígenas selecionadas na Amazônia”.

cooperacao

Em 20 de abril de 2016, a agência de cooperação KFW, pertencente ao governo alemão, assinou um acordo de cooperação para a administração de bantustões no Brasil com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a agência brasileira responsável pela política governamental de apartheid. Foto: Mário Vilela/FUNAI.

Histórico da parceria

Desde o início dos anos 90, investir em bantustões tem sido uma das áreas prioritárias da Cooperação Brasil / Alemanha, inclusive sob a desculpa de estar protegendo a floresta. No decorrer destes anos, a Cooperação Técnica e Financeira alemã tem apoiado vários projetos e programas para a “conservação e o uso sustentável das florestas brasileiras, sobretudo no contexto do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7)”, informa a FUNAI. Um dos projetos do PPG7 apoiados pelo KfW foi o PDPI (Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas), implementado pelo Ministério do Meio Ambiente.

Outro implementado, foi o Projeto Integrado de Proteção às Populações e Terras Indígenas da Amazônia Legal (PPTAL), que apoiou os ‘homens brancos’ da FUNAI no trabalho de criação e demarcação de 178 bantustões na Amazônia com uma superfície total de 38 milhões de km2 e limpeza étnica de milhares de famílias mestiças, descendentes dos índios originais e em regra extremamente pobres.

Com informações de FUNAI, 02/05/2016.

Posted in Apartheid no Brasil, Comunismo, Destaques, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Multiculturalismo, Português, Verwoerdismo | Indigenismo.


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