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João Pedro do PT inicia expulsão de mestiços e caboclos de Autazes e Careiro da Várzea

João Pedro, presidente da Fundação Nacional do Índio e ex-senador do PT-AM.

A Fundação Nacional do Índio (FUNAI), presidida pelo ex-senador do Partido dos Trabalhadores (PT-AM), João Pedro, posicionou-se contra as contestações feitas pelo Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (Nação Mestiça) e pela Associação dos Caboclos e Ribeirinhos da Amazônia (ACRA) que visavam impedir a ampliação de território exclusivo para índios muras nos municípios de Autazes e Careiro da Várzea e conseqüente limpeza étnica contra o povo mestiço e caboclo, etnia nativa gerada pelos índios e reconhecida pela Constituição do Estado do Amazonas e outras legislações. As decisões da FUNAI constam em dois despachos do Ministério da Justiça, ao qual a fundação é subordinada, publicados no Diário Oficial da União do dia 22 de abril último.

Com a decisão do órgão presidido pelo petista, a FUNAI e o INCRA iniciarão a fase de expulsão física do povo nativo de etnia mestiça residente na área, para ser ocupada pelos bantustões denominados Sissaíma e Murutinga/Tracajá. O território dos dois municípios são reconhecidos por lei como territórios étnicos do povo mestiço.

O povo mestiço faz manifestação contra a política de limpeza étnica do governo federal petista que pretende expulsá-los.

A medida ocorre pouco antes da votação do processo de demissão da presidente branca comunista Dilma Rousseff (PT) pelo Senado que poderá afastá-la do cargo e, por conseqüência, João Pedro. O petista recebeu recentemente duas moções de repúdio aprovadas na Conferência Estadual de Direitos Humanos do Amazonas e na 4ª Conferência Municipal daCidade de Manaus por sua política de limpeza étnica contra o povo mestiço e caboclo. O governo do Partido dos Trabalhadores (PT) tem uma política de eliminação étnica do mestiço brasileiro.

Multiculturalistas pelo apartheid e contra mestiçagem

ONGs multiculturalistas e agencias governamentais da Alemanha, Noruega e de outros países de União Européia, e dos Estados Unidos, como Greenpeace, Fundação Ford, a GTZ e Survival International, têm apoiado esta política de apartheid contra mestiços e contra mestiçagem, além de instituições brasileiras como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a Associação Brasileira de Antropologia (ABA).

Posted in Apartheid no Brasil, Destaques, Levistraussismo, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Multiculturalismo, Português, Verwoerdismo | Indigenismo.


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Continuing the Discussion

  1. Governo Dilma expulsa mestiços brasileiros e abre o Brasil a brancos sírios – linked to this post on 10/05/2016

    […] do país para isso. No dia 22 do mês passado, o ministro branco publicou despacho iniciando a limpeza étnica de mestiços para a criação de bantustões indigenistas nos municípios de Autazes e Careiro da Várzea no […]



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