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Boff recorre a eugenistas para defender Lula e o PT

Boff

Leonardo Boff, o teólogo “da Libertação”, escreveu um artigo no qual atribui a “perseguição judicial” a Lula e ao PT à “persistência do ódio na sociedade brasileira”. Para defender sua tese e seus companheiros atolados nos escândalos revelados nas investigações da Operação Lava Jato, recorreu a frases de Bernard Shaw e Bertrand Russell, dois eminentes eugenistas.

Bernard Shaw foi um romancista e dramaturgo irlandês, ativista entusiasmado do socialismo fabiano – um primo do comunismo -, corrente que promove a implantação do socialismo através de mudanças paulatinas nas leis e instituições, em divergência da tomada do poder pela luta armada defendida pelos comunistas. Diversos pensadores racistas e eugenistas fizeram parte do movimento que age de forma mais discreta que o movimento comunista.

Bernard Shaw, que visitou a União Soviética a convite, mostrou-se feliz com a política de Stálin de geração de um povo novo pelo extermínio dos considerados indesejáveis, e registrou:

“O extermínio deve ser justificado com uma base científica e sempre ser levada a cabo de forma humana e pensado como um bem maior. Desejamos certo tipo de civilização e devemos exterminar aquelas pessoas que não se encaixam nele.”

Bernard Shaw também defendia que, “O único socialismo fundamental e possível é a socialização da reprodução seletiva do homem”. Bertrand Russell, o outro fabiano citado por Boff, propôs que o Estado criasse “bilhetes de procriação”, em diversas cores, a fim de evitar que as qualidades genéticas da elite fosse diluída pela mistura com seres humanos considerados

Por “de forma humana” o elegante fabiano referia-se a matar “sem ódio”, de forma que a vítima sofresse o mínimo possível. E acrescentava:

“O único socialismo fundamental e possível é a socialização da reprodução seletiva do homem”.

O matemático e filósofo Bertrand Russell, outro fabiano citado por Boff, na mesma linha, chegou a propor que o Estado criasse “bilhetes de procriação”, em diversas cores, a fim de evitar que as qualidades genéticas da elite fosse diluída pela mistura com seres humanos considerados inferiores.

O que não costuma ser escrito por autores de esquerda, especialmente depois da II Guerra Mundial e o rompimento da colaboração oficial entre comunistas e nazistas, é que tanto o comunismo quanto o fabianismo são eugenistas e, por trás da retórica de defesa dos oprimidos, pretendem realizar a “melhoria” biológica do ser humano.

Posted in Fabianismo, Português.


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