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Apartheid: Dilma homologa 4 novos bantustões no AM

Decreto presidencial, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, dispõe sobre a criação do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI). O órgão colegiado e de caráter consultivo, será responsável pela elaboração, acompanhamento e implementação de políticas públicas voltadas aos povos indígenas. O CNPI está sendo criado no âmbito do Ministério da Justiça.
O governo editou ainda outros quatro decretos que tratam da demarcação de terras indígenas no Amazonas. O primeiro homologa a demarcação administrativa da terra indígena Arary, localizada no município de Borba. Em outro ato, o governo homologa a demarcação da terra indígena Banawá, localizada nos municípios de Canutama, Lábrea e Tapauá.
Foi também homologada a demarcação da terra indígena Cajuhiri-Atravessado, localizada em Coari. Por fim, decreto presidencial homologa a demarcação da terra indígena Tabocal, localizada no município de Carreiro, também no Amazonas.
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Decretos da presidente Dilma Rousseff (PT), publicados no Diário Oficial da União de 18 de dezembro de 2015, criaram quatro novos bantustões indigenistas no Estado do Amazonas. O Estado já tem mais de um terço de seu território administrado pela FUNAI, o órgão do governo comunista responsável pela execução da política de apartheid e de limpeza étnica contra o povo mestiço e caboclo.
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Outro decreto também criou o Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI). O órgão colegiado e de caráter consultivo, que ficará ligado ao Ministério da Justiça, será responsável pela elaboração, acompanhamento e implementação de políticas públicas voltadas aos povos índios.
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O primeiro decreto da presidente homologa a “terra indígena” Arary, localizada no município de Borba. Em outro ato, o governo racista homologa o bantustão Banawá, localizado nos municípios de Canutama, Lábrea e Tapauá.
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Foi também homologada a “homeland” Cajuhiri-Atravessado, localizado no município de Coari. Por fim, decreto presidencial homologou a o bantustão Tabocal, localizado no município de Careiro, também no Amazonas.
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Os novos bantustões estão em municípios vizinhos a Autazes e Careiro da Várzea, onde o movimento mestiço conquistou o reconhecimento dos territórios dos municípios como mestiço e caboclo, em seu esforço contra a política racista da presidente branca indigenista, apoiada por ONGs milionárias e agências governamentais de países como a Alemanha e Noruega.

Posted in Apartheid no Brasil, Comunismo, Levistraussismo, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Multiculturalismo, Português, Verwoerdismo | Indigenismo.


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