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Ministro comunista exonera comandante militar que criticou o governo do PT

O Ministério da Defesa exonerou do Comando Militar do Sul o general Antônio Mourão. O motivo: críticas que fez ao governo Dilma Rousseff e pelo fato de que uma homenagem póstuma a um chefe da repressão na ditadura ocorreu em um quartel sob sua jurisdição.
Mourão é um dos mais respeitados comandantes militares do Exército, e foi transferido para a Secretaria de Finanças, um cargo burocrático em Brasília. A mudanças foi incluída num pacote amplo de remanejamentos de postos militares, mas foi a única motivada por evento político. A <b>Folha</b> não conseguiu contato com ele.
No dia 17 de setembro, Mourão havia dito em uma palestra em Porto Alegre que “a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões”.
Além disso, ao comentar a possibilidade de impeachment de Dilma, ele afirmou que “a mera substituição da PR [presidente da República] não trará mudança significativa no ‘status quo’; e que “a vantagem da mudança seria o “descarte da incompetência, má gestão e corrupção”;.
Para piorar a situação de Mourão, que não comentou as afirmações, um general sob seu comando promoveu uma homenagem póstuma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra na segunda (26)
Morto no dia 15 deste mês, Ustra foi chefe do DOI-Codi, um dos principais centros de repressão aos adversários do regime militar (1964-85).
Ustra era de Santa Maria (RS), onde ocorreu a homenagem no quartel da 3ª Divisão do Exército. O convite para o evento, datado do dia 23, foi assinado pelo comandante da unidade, general José Carlos Cardoso.
O ministro Aldo Rebelo (Defesa) avisou previamente a presidente da medida. Para o ministro, Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos. A exoneração será um teste político para Aldo Rebelo, que é do PC do B, partido que governa com o PT desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula e que defende a política racista antimestiça do governo petista. Durante o regime militar,
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General de Exército Antônio Hamilton Mourão, comandante Militar do Sul.

O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), exonerou do Comando Militar do Sul o general Antônio Mourão. Os motivos teriam sido críticas que fez ao governo Dilma Rousseff e pelo fato de que uma homenagem póstuma a um chefe da ação anticomunista do regime militar ocorreu em um quartel sob sua jurisdição.

Mourão é um dos mais respeitados comandantes militares do Exército, e foi transferido para a Secretaria de Finanças, um cargo burocrático em Brasília. A mudanças foi incluída num pacote amplo de remanejamentos de postos militares.

No dia 17 de setembro, Mourão havia dito em uma palestra em Porto Alegre que “a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões”.

Ao comentar a possibilidade de impeachment de Dilma, ele afirmou que “a mera substituição da PR [presidente da República] não trará mudança significativa no ‘status quo’ e que “a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção”.

Um general sob o comando de Mourão promoveu uma homenagem póstuma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra na segunda (26).

Morto no dia 15 deste mês, Ustra foi chefe do DOI-Codi, um dos principais centros de repressão aos comunistas durante o regime militar (1964-85).

Ustra era de Santa Maria (RS), onde ocorreu a homenagem no quartel da 3ª Divisão do Exército. O convite para o evento, datado do dia 23, foi assinado pelo comandante da unidade, general José Carlos Cardoso.

O atual ministro Aldo Rebelo. O PCdoB governa com o PT desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula. Os governos comunistas promoveram limpeza étnica contra o povo mestiço e criaram bantustões indigenistas inspirados no apartheid sul-africano.

O ministro Aldo Rebelo (Defesa) avisou previamente à presidente petista da medida. Segundo a versão do ministro comunista, Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos. A exoneração será um teste político para Aldo Rebelo, que é do PCdoB, partido que governa com o PT desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula, colaborando com a defende a política racista antimestiça do governo petista.

Durante o regime militar, o PCdoB promoveu uma fracassada guerrilha na região do Araguaia, na tentativa de implantar uma ditadura comunista nos moldes da que havia na Albânia. Em 1935, militares comunistas apoiados por agentes estrangeiros também haviam tentado um golpe fracassado contra o governa nacionalista de Getúlio Vargas, com muitos mortos.

Senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) foi filiado do PCB.

Senador comunista

A fala do general também foi alvo de um questionamento do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores, ao ministro Aldo Rebelo. O general teria dito que “ainda tínhamos muitos inimigos internos, mas que eles se enganavam achando que os militares estavam desprevenidos” e teria feito uma provocação, incitando os militares ao dizer: “eles que venham!”.

O senador Aloysio Nunes foi filiado ao Partido Comunista Brasileiro, quando este atuava clandestinamente durante o regime militar, e também ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN), organização terrorista liderada por Carlos Marighella. É autor do PLS 288/2013, o  PL da Lei de Migração, que promove uma nova onda de imigração europeia e visa igualar os direitos entre brasileiros e estrangeiros. O projeto pune brasileiros que se opuserem à imigração.

Posted in Comunismo, Português.