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“Desagradecidos”: Governo alemão muda de discurso sobre imigrantes

merkel-pegida

A Alemanha revê o discurso de boas-vindas aos refugiados, quando se prepara para acelerar o processo de deportações e reduzir as ajudas a migrantes com uma nova lei de asilo em novembro.
O vice-Chanceler alemão, Sigmar Gabriel reconheceu hoje, numa entrevista à revista Der Spiegel, “que o país está a chegar ao limite da sua capacidade de acolhimento”.
Um dia antes, o ministro do Interior, Thomas de Maiziére, tinha causado polémica ao acusar alguns refugiados de serem “desagradecidos”.
“Até ao verão, os refugiados mostravam-se agradecidos por serem acolhidos neste país, perguntavam pela polícia e pelas autoridades e pelo seu destino final. Agora muitos refugiados pensam que podem decidir por si próprios, abandonam centros, apanham um taxi e utilizam o dinheiro para viajar centenas de quilómetros ao longo da Alemanha, protestam contra as instalações ou porque não gostam da comida”, afirmou o ministro durante uma entrevista à televisão pública alemã.
A mudança de atitude e de discurso coincide com uma sondagem, publicada hoje no país, na qual 51% dos alemães afirmam “ter medo dos refugiados”, quando Berlim deverá acolher mais de 800 mil este ano.
Longe dos receios das sondagens e do discurso “duro” de Berlim, o Deutsche Bank decidiu rever as previsões de crescimento da economia alemã em cerca de dois pontos percentuais, ao considerar que o fluxo de refugiados deverá contribuir para o aumento do consumo interno no país em cerca de meio ponto percentual.
A Alemanha revê o discurso de boas-vindas aos supostos refugiados, quando se prepara para acelerar o processo de deportações e reduzir as ajudas a migrantes com uma nova lei de asilo em novembro.
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O vice-Chanceler alemão, Sigmar Gabriel reconheceu hoje, numa entrevista à revista Der Spiegel, “que o país está a chegar ao limite da sua capacidade de acolhimento”.
Um dia antes, o ministro do Interior, Thomas de Maiziére, tinha causado polêmica ao acusar alguns supostos refugiados de serem “desagradecidos”.
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“Até ao verão, os refugiados mostravam-se agradecidos por serem acolhidos neste país, perguntavam pela polícia e pelas autoridades e pelo seu destino final. Agora muitos refugiados pensam que podem decidir por si próprios, abandonam centros, apanham um taxi e utilizam o dinheiro para viajar centenas de quilômetros ao longo da Alemanha, protestam contra as instalações ou porque não gostam da comida”, afirmou o ministro durante uma entrevista à televisão pública alemã.
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A mudança de atitude e de discurso coincide com uma sondagem, publicada hoje no país, na qual 51% dos alemães afirmam “ter medo dos refugiados”, quando Berlim deverá acolher mais de 800 mil imigrantes este ano.
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Longe dos receios das sondagens e do discurso “duro” de Berlim, o Deutsche Bank decidiu rever as previsões de crescimento da economia alemã em cerca de dois pontos percentuais, ao considerar que o fluxo de imigrantes deverá contribuir para o aumento do consumo interno no país em cerca de meio ponto percentual.
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Nova redação a partir de notícia do Euronews, 02/10/2015.

Posted in Multiculturalismo.