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Com Dilma Rousseff, STF fica 100% branco e do Sul-Sudeste

fachin dilma

Fachin e Rousseff.

O Senado aprovou, por 52 votos a favor e 27 contra, o advogado Luiz Edson Fachin para ocupar vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A vaga era ocupada pelo ex-ministro preto Joaquim Barbosa. Para ter sua indicação aprovada, a governante branca Dilma Rousseff, que indicou Fachin, precisava de pelo menos 41 votos favoráveis dentre os 81 senadores.

Fachin é branco, gaúcho e professor titular de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná. Descende de imigrantes italianos, cujo idioma fala fluentemente.

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Com a eleição de Fachin, mantem-se a uniformidade racial branca no STF, mas líderes brancos petistas afirmam ser bom para a diversidade e as minorias.

Poder branco

Contrastando com o discurso petista que se apresenta como defensor de nordestinos, não-brancos e minorias, o órgão máximo do Poder Judiciário durante os governos da petista Dilma Rousseff tornou-se composto unicamente por ministros brancos e do eixo Sul-Sudeste: Enrique Ricardo Lewandowski, fluminense, descendente de poloneses, o atual presidente; Cármen Lúcia Antunes Rocha, mineira; José Celso de Mello Filho, paulista; Marco Aurélio Mendes de Farias Mello, fluminense; Gilmar Ferreira Mendes, mineiro; José Antonio Dias Toffoli, paulista, descendente de italianos; Luiz Fux, fluminense, descendente de romenos; Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, gaúcha; Teori Albino Zavascki, catarinense, descendente de poloneses e italianos; e Luís Roberto Barroso, fluminense.

Cotas raciais para os outros

Ministro Ricardo Lewandowski – Presidente
Ministra Cármen Lúcia – Vice-Presidente
Ministro Celso de Mello – Decano
Ministro Marco Aurélio
Ministro Gilmar Mendes
Ministro Dias Toffoli
Ministro Luiz Fux
Ministra Rosa Weber
Ministro Teori Zavascki
Ministro Roberto Barroso

Em 2012, na Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186, o Plenário do STF decidiu por unanimidade pela constitucionalidade de cotas raciais para seleção de estudantes da Universidade de Brasília (UnB). Durante Audiência Pública do STF para debater o assunto, o Nação Mestiça e a Associação dos Caboclos e Ribeirinhos da Amazônia (ACRA) expuseram o uso de cotas raciais pelo petismo com o objetivo de eliminar a etnia mestiça.

Posted in Português, Racismo petista.