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Conselheira diz que “mestiçagem mal feita” gera “pardo que não sabe qual o seu lugar”

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“O vigilante do banco é negro, mas é o negro feitor, é mestiço. (…) É esta mestiçagem mal feita que gera um pardo que não sabe qual o seu lugar” – a declaração, segundo o site do Sindicato dos Bancários e Financiários do Município do Rio de Janeiro, filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), teria sido feita pela conselheira sindical do Inspir – Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial no II Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro.

Segundo a notícia publicada ontem (14), o fato se deu à tarde, no segundo dia do evento, e que integra a programação do mês da consciência negra, e foi realizado no Hotel São Francisco (Rua Visconde de Inhaúma, 95), no centro do Rio de Janeiro (RJ).

A conselheira do Inspir, segundo a mesma fonte, defende cotas para a contratação de trabalhadores em todos os setores.

Também participaram do evento palestrantes da União de Negros pela Igualdade (UNEGRO-Rio) e da subsessão do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos (DIEESE) na Contraf-CUT.

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Posted in Eugenia, Mestiçofobia acadêmica, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Multiculturalismo, Português, Racismo petista, Verwoerdismo | Indigenismo.

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One Response

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  1. ana v says

    E ainda falam que lutam contra o racismo.
    Temos que denunciar esses afro racistas sempre.



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