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Eleições alemãs. “Panfleto da pedofilia” ameaça participação eleitoral dos Verdes

Defesa da pedofiliano passado ameaça corrida eleitoral
Em 1981, o partido Die Grünen (Verdes) subscreveu um panfleto que defendia a descriminalização dos actos sexuais entre adultos e crianças quando não fosse usada força ou qualquer tipo de coacção. O episódio foi recordado esta semana por um jornal alemão, levando Jürgen Trittin, líder do partido, a dizer estar “arrependido” do incidente, levando a CSU (afiliada da CDU na Baviera) a pedir ao partido que se retire da corrida às legislativas no próximo domingo.
Segundo Trittin explicou ao historiador Franz Walter, naquela altura, os Verdes estavam empenhados na luta pelos direitos dos homossexuais, tendo-se associado a um grupo de activistas que introduziram o ponto da despenalização da pedofilia num panfleto conjunto. Os Verdes, na versão de Trittin, terão tentado retirar esse ponto do manifesto conjunto, mas foram voto vencido. O líder do partido assumiu que foi “um erro seu”, dizendo estar arrependido.
No entanto, Walter – que tinha sido escolhido em Maio pelo próprio partido para investigar o seu envolvimento na liberalização da pedofilia – escreve no seu artigo que muitos dos militantes dos Verdes “ignoravam as diferenças estruturais que existem entre os adultos e as crianças”.
A co-líder dos Verdes, Katrin Göring-Eckardt, defendeu Trittin, dizendo que o partido já se retractou publicamente por este episódio da sua história. Em Maio deste ano, o envolvimento dos Verdes no apoio à pedofilia ressurgiu quando se descobriu que, num livro de 1975 da autoria do agora deputado dos Verdes Daniel Cohn-Bendit, havia um aparente apoio a este tipo de práticas, ao descrever algumas experiências eróticas enquanto trabalhava num jardim-de-infância nos anos 70.
Por Catarina Falcão

Defesa da pedofilia no passado ameaça corrida eleitoral

Em 1981, o partido Die Grünen (Verdes) subscreveu um panfleto que defendia a descriminalização dos actos sexuais entre adultos e crianças quando não fosse usada força ou qualquer tipo de coacção. O episódio foi recordado esta semana por um jornal alemão, levando Jürgen Trittin, líder do partido, a dizer estar “arrependido” do incidente, levando a CSU (afiliada da CDU na Baviera) a pedir ao partido que se retire da corrida às legislativas no próximo domingo.

Segundo Trittin explicou ao historiador Franz Walter, naquela altura, os Verdes estavam empenhados na luta pelos direitos dos homossexuais, tendo-se associado a um grupo de activistas que introduziram o ponto da despenalização da pedofilia num panfleto conjunto. Os Verdes, na versão de Trittin, terão tentado retirar esse ponto do manifesto conjunto, mas foram voto vencido. O líder do partido assumiu que foi “um erro seu”, dizendo estar arrependido.

No entanto, Walter – que tinha sido escolhido em Maio pelo próprio partido para investigar o seu envolvimento na liberalização da pedofilia – escreve no seu artigo que muitos dos militantes dos Verdes “ignoravam as diferenças estruturais que existem entre os adultos e as crianças”.

A co-líder dos Verdes, Katrin Göring-Eckardt, defendeu Trittin, dizendo que o partido já se retractou publicamente por este episódio da sua história. Em Maio deste ano, o envolvimento dos Verdes no apoio à pedofilia ressurgiu quando se descobriu que, num livro de 1975 da autoria do agora deputado dos Verdes Daniel Cohn-Bendit,* havia um aparente apoio a este tipo de práticas, ao descrever algumas experiências eróticas enquanto trabalhava num jardim-de-infância nos anos 70.

Catarina Falcão

De I On Line, 18/09/2013.

*Nota do site: na foto acima, ao lado da ex-senadora do Partido Verde (PV) e do Partido dos Trabalhadores (PT), Marina Silva.

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