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Barcelos e Santa Isabel podem perder 80% de seus territórios para ONGs indigenistas

Vereadores de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro viajaram a Brasília para debater sobre o problema com o ministro da Justiça, Torquato Jardim.

Vereadores da Câmara Municipal de Barcelos (AM) e Santa Isabel do Rio Negro (AM),  foram a Brasília para participar de reunião com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, em Brasilia (DF). Dentre os assuntos que serão tratados, o mais importante é em relação a demarcação de bantustões nos municípios do médio Rio Negro. A população sob risco de sofrer limpeza étnica pelos brancos indigenistas é formada quase em sua totalidade por mestiços descendentes dos índios originais. Continued…

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Suécia lista o leite como um símbolo de ódio


Em um relatório sobre “ódio branco” encomendado pelo governo da Suécia ao Instituto de Pesquisa de Defesa Total (em sueco Totalförsvarets forskningsinstitut – FOI, um órgão público de informação de segurança) para mapear comentários escritos em sites na internet, o leite foi listado como um símbolo de ódio e um símbolo de “poder branco” juntamente com o símbolo de OK muito usado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Continued…

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Genocídio racial estatístico

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Índias foram serviçais de rainha quilombola

A Revista trimensal de historia e geographia, ou, Jornal do Instituto Historico e Geographico Brazileiro, de 1872, registra que havia um quilombo próximo ao rio Galera, no atual Estado de Mato Grosso. Era presidido por uma rainha assistida por índias e negras. A disciplina interna era rígida e os castigos efetivamente pesados: quando julgavam necessário, as autoridades mandavam enforcar, quebrar as pernas e enterrar vivos os insubordinados. Entre as faltas mais duramente punidas pelo quilombo estava a deserção.

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Pardas e brancas são mais estupradas do que pretas, segundo Ministério da Saúde

Dados do Ministério da Saúde (2011) informam que mulheres pardas compõem quase a metade das vítimas de estupro no Brasil (44,8%), seguidas por brancas (37%), pretas (8,8%), amarelas (1,2%) e índias (0,5%). Os dados de cor raça dos estupradores não foram informados. Grupos negristas têm pressionado institutos de pesquisa para divulgar dados somados de pretos e pardos com a finalidade de apagar os mestiços e inflacionar estatísticas da população negra.

Com informações de O Tempo, 06/06/2016.

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Para entender o indigenismo

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Os tentáculos racistas dos comunistas

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Geografia: miscigenação e diversidade étnica

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Spacca

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O IBGE não soma pretos e pardos para formar a “população negra”

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Mestiços são nativos, nunca invadiram terras indígenas

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